I’ve heard many “experts” proclaim that the Bible has very little to say about raising children. Perhaps they have spent too much time earning their degrees and too little time learning the Scriptures.
(Tradução:) Eu já ouvi muitos "especialistas" proclamar que a Bíblia tem muito pouco a dizer sobre a educação de filhos. Talvez eles tenham passado muito tempo ganhando os seus diplomas e passado pouco tempo aprendendo das Escrituras.
Plowman, Ginger (2011-01-01). Don't Make Me Count to Three! (Kindle Locations 82-84). Shepherd Press. Kindle Edition.
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segunda-feira, fevereiro 18, 2013
quarta-feira, julho 25, 2012
A suficiência da Palavra de Deus na evangelização
Por T. Zambelli*
Gosto muito de considerar as opiniões bíblicas de John MacArthur. No entanto, confesso que nem sempre estou em acordo com ele. Ainda assim recomendo seus livros e vídeos para muitos de meus irmão em Cristo, como o que pretendo fazer neste assunto, num tema muito importante: a evangelização.
Um de seus mais novos livros na língua portuguesa leva o título "Evangelismo" (Ed. Fiel). O primeiro capítulo do livro, escrito pelo próprio MacArthur**, impulsinou-me a publicar algo que considero fundamental: o peso da Palavra de Deus na evangelização. Pretendo, a partir de alguns versículos e as palavras do próprio autor do livro, passar uma ideia clara de como a Palavra de Deus é a chave e o poder para evangelização, bem como o equívoco de se pensar que o homem pode fazer algo que torne o coração do homem mais ou menos propício para receber o dom da graça. Abaixo:
Todas as palavras que estiverem em itálico são palavras tiradas de John MacArthur.
A passagem de Romanos 1.16 (e v.17) foi a mais marcante na transformação da vida de Martinho Lutero: "Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê." O apóstolo Paulo foi muito claro ao mostrar com firmeza a suficiência do Evangelho [as boas novas] para a salvação dos que creem. Tal notícia era atraente porque oferecia libertação do labirinto de regulamentos opressivos feito pelos homens e impostos pelos fariseus. Por outro lado, era assustador seguir a Cristo - requeria entrar pela porta estreita, negar a si mesmo, obedecê-lo até a morte. Seguir a cristo significava reconhecer a sua divindade e que sem ele não há salvaçÃo ou outro meio para reconciliar-se com Deus. Ademais, Jesus pregava a mensagem de arrependimento, submissão, sacrifício, dedicação radical e exclusividade.
Apesar do claro ensino de Paulo, há um mito dominante no evangelicalismo, que diz que o sucesso do cristianismo depende de sua popularidade. As pessoas toleram a ideia de que a sagacidade cultural de um pastor determina quão bem-sucedida será sua mensagem, e quanto sua igreja será influente. Tal abordagem, porém, vai contra o paradigma bíblico, cujo poder do Espírito no evangelho não se encontra no mensageiro, e sim, na mensagem.
Tal erro leva à noção perigosa de que a conduta e a palavra do pastor devam ser determinadas pela cultura em que ele está ministrando e um grande problema de se pensar assim é que, acima de tudo está a noção falsa de que um pastor possa fabricar conversões verdadeiras se ele parecer ou agir de determinada forma. O fato básico é que somente Deus controla a salvação de pecadores, como resultado de qualquer pregação. Muitos pregadores estão dispostos a alterar a mensagem da salvação de Deus e seu padrão de santidade. O resultado, é claro, é outro evangelho que não é evangelho algum.
Na parábola do semeador (Mc 4), Jesus é enfático em mostrar que a qualidade do solo em que a semente cai é a variável presente. O semeador e a semente são os mesmos, ou seja, o evangelista é o mesmo e o Evangelho é o mesmo.
"Vocês foram regenerados, não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da Palavra de Deus, viva e permanente"
(1Pe 1.23 grifo meu).
(1Pe 1.23 grifo meu).
Quando o apóstolo Pedro comenta sobre a regeneração, produto da salvação, ele se faz igualmente claro em apresentar o meio: a Palavra de Deus. Coisas externas não são o que fazem a semente germinar. O poder do Evangelho está na operação do Espírito Santo, não no estilo do semeador. Quando pessoas argumentam que o pastor deve comportar-se como determinado segmento da cultura para melhor alcançá-lo, deixam de compreender o que Jesus está destacando.
"Porque o nosso evangelho não chegou a vocês somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção"
(1Ts 1.5).
(1Ts 1.5).
Além de saber bem o papel da Palavra, Paulo compreendia muito bem seu lugar na evangelização. Quando ele levou as Boas Novas a Corinto, plantou uma igreja e deixou-a aos cuidados de Apolo. Mais tarde, descreveu a experiência assim: "Eu plantei, Apolo Regou; mas o crescimento veio de Deus" (1Co 3.6). O preparo do coração para receber o evangelho é obra do Espírito Santo. É ele quem convence (Jo 16.8-15), regenera (Jo 3.3-8) e justifica (Gl 5.22-23). A obra no coração é domínio de Deus.
Jesus nunca sugeriu que devêsemos culpar o agricultor pela resposta negativa à mensagem do Evangelho. Os pecadores rejeitam a verdade e amam seu pecado. O problema não está no mensageiro fiel ou no verdadeiro evangelho, nunca! A única resposta possível das conversões é dizer que foi um milagre da graça e resultado da intervenção divina. O arrependimento verdadeiro é sobrenatural.
"Quem pode dizer: purifiquei o meu coração limpo estou do meu pecado?"
(Pv 20.9)
(Pv 20.9)
Que o nosso empenho na evangelização seja explicar a profundidade do pecado e seu merecido castigo com fidelidade a Deus no bom uso do meio que conduz imerecidos homens e mulheres ao imerecido lugar eterno na presença do santo e único Deus.
* T. Zambelli foi o organizador e abreviador das palavras de John MacArthur no livro Evangelismo.
** O livro não foi escrito exclusivamente por John MacArthur, mas por toda a equipe pastoral da igreja que ele faz parte, Grace Community Church.
segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Caráter e reputação
Por William Hersey Davis
Lembre-se sempre disso: Deus avaliará seu caráter!
"As circunstâncias nas quais você vive determinam sua reputação.
A verdade na qual você crê determina o seu caráter.
Reputação é o que pensam a seu respeito.
Caráter é quem você é.
Reputação é a sua fotografia.
Caráter é a sua face.
A reputação fará de você rico ou pobre.
O caráter fará de você feliz ou infeliz.
Reputação é o que os homens dizem a seu respeito no dia de seu funeral.
Caráter é o que anjos falam de você perante o trono de Deus."
Copiado de LIDÓRIO, Ronaldo. Liderança e Integridade. Ed. Betânia, p.14.
Lembre-se sempre disso: Deus avaliará seu caráter!
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
O Reino de Cristo
Por D. A. Carson
Jesus falou sobre o reino como algo que já havia começado. O reino já está aqui, operando em secreto. Ele é como fermento posto em uma massa; está operando quietamente e tendo seus efeitos. Contudo, em outros momentos, Jesus falou do reino como algo que vem no final, quando haverá consumação e transformação tremenda. Portanto, o reino já está presente; mas, visto de outra maneira, ele ainda não veio. Todas essas noções do reino centralizam-se em Jesus, o rei.
Depois da Segunda Guerra Mundial, um teólogo suíço chamado Oscar Cullmann usou um dos momentos decisivos da guerra para explicar algumas destas noções. Ele chamou atenção para o que aconteceu no Dia D, 6 de junho de 1944. Nesse tempo, os aliados do Ocidente já tinham expulsado os inimigos do Norte da África e começavam a penetrar a bota da Itália. Os russos estavam vindo das estepes. Já tinham defendido Stalingrado e avançavam para e através da Polônia e outros países da Europa Oriental. No Dia D, os aliados ocidentais chegaram às praias da Normandia e, em três dias, descarregaram 1,1 milhões de homens e inúmeras toneladas de material bélico. Havia uma segunda fronte do Ocidente. Toda pessoa inteligente podia ver que a guerra estava acabada. Afinal de contas, a guerra já estava acabada em termos de energia, material bélico, número de soldados e destinos para os quais todas essas frentes e trajetórias convergiam. Isso significou que Hitler disse: “Opa! Fiz o cálculo errado!” e pediu paz? O que aconteceu depois foi a Batalha do Bulge, na qual ele quase conquistou a costa da França novamente, mas recuou por falta de combustível. Depois, houve a Batalha de Berlim, que foi uma das mais sangrentas de toda a guerra. Portanto, a guerra ainda não estava terminada. Um ano depois, a guerra terminou finalmente na Europa, depois de os combatentes haverem atravessado esse grande intervalo entre o Dia D e o Dia da Vitória na Europa.
Cullmann disse que a experiência cristã é como essa guerra. O rei prometido veio. Este é o nosso Dia D: a vinda de Jesus, sua cruz e sua ressurreição. Depois de ressuscitar dos mortos, Jesus declarou, conforme os últimos versículos do evangelho de Mateus: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18). Ele é o rei. Mas isso significa que o Diabo diz: “Opa! Fiz o cálculo errado! Acho que é melhor pedir paz”? Isso significa que os seres humanos dizem: “Bem, bem, você ressuscitou dos mortos. Você venceu. É melhor render-nos”? Não, o que isso significa é que você tem alguns dos mais violentos conflitos, porque Jesus ainda não derrotou todos os seus inimigos. Ele reina. Toda a soberania de Deus é mediada pelo rei Jesus. O reino já começou. Está aqui. Ou você está nesse reino, no sentido do novo nascimento, ou você está fora dele. Alternativamente, quando pensamos no reino total de Jesus (toda autoridade pertence a ele), você está nesse reino, quer goste quer não. A questão é se você se prostrará agora, alegremente, com arrependimento, fé e ações de graça, ou esperará até ao final para se prostrar em terror. O fim está chegando. O Dia da Vitoria cristã está chegando, e não há dúvida de quem será visto como Rei no último dia.
(Trecho do livro “O Deus Presente”)
Fonte: Blog Fiel
segunda-feira, maio 09, 2011
A importância da Palavra de Deus para o novo nascimento
Finalmente Vivos é um dos melhores livros que eu já li, por John Piper (Ed. Fiel). Recomendo a todos vocês que adquiram este excelente livro.
Para incentivá-lo ainda mais, coloco um breve vídeo que o impulsionará a comprá-lo, emprestá-lo, ou qualquer outra coisa lícita para desfrutar da leitura. Abaixo:
A legenda do vídeo ficou um pouco aquém das verdadeiras palavras do pregador. Falo isso para você colocar mais um ponto na balança para ter de obtê-lo.
quinta-feira, setembro 03, 2009
A Vida Diária Nos Tempos de Jesus
Quem de nós nunca teve a curiosidade de saber como era o cotidiano de Jesus? Qualquer pessoa que leia e estude a Bíblia e, em especial os evangelhos, quer saber como era o ambiente, o costume e a cultura que constituía o dia a dia do Filho do Homem.Nesta obra, o leitor encontrará, além dessas informações, uma riqueza de detalhes sobre os contextos geográfico, social e político da Palestina no alvorecer do cristianismo. Detalhes que são extremamente relevantes para a compreensão dos eventos narrados pelos evangelhos.
Embora o livro seja de uma incontestável erudição, Daniel-Rops se preocupou em abordar o tema numa linguagem clara e empolgante. O leitor facilmente se envolverá com as inúmeras ilustrações e explicações dos rituais, dos hábitos, das obrigações, entre outras coisas que envolvem o contexto do judaísmo do primeiro século.
Russel Shedd, sobre o livro disse:
Uma viagem até Israel é um sonho de muitos cristãos. A distância enorme que separa o Brasil da Palestina, e o preço exorbitante de uma passagem, impossibilitam a realização de uma viagem dessas a todos que não pertencem à faixa afluente da sociedade.
A leitura de "A Vida Diária nos Tempos de Jesus," evidentemente, não oferece todas as vantagens que uma visita ao Oriente Médio proporcionaria, mas seguramente é a melhor opção para quem não tem condições de conhecer pessoalmente a terra de Jesus. Por outro lado, o turismo na Terra Santa não oferece os grandes benefícios que uma caminhada demorada pelas páginas de "A Vida Diária nos Tempos de Jesus" dará ao leitor. O prof. Daniel-Rops não só traz a Palestina até nós, como também nos transporta através dos séculos até os tempos e sociedade em que Jesus viveu.
Frequentemente observamos referências à cultura judia, contemporânea de Jesus e dos discípulos, no Novo Testamento. Daniel-Rops esclarece as várias facetas da vida do dia a dia na época de Jesus: educação de filhos, casamento, pobreza, riqueza, comida, trabalho, escrita, doenças, morte, religião, enfim, tudo que esclarece como viviam os homens e mulheres na Palestina há dezenove séculos no passado. O leitor terá a felicidade de descobrir a prazeirosa leitura em que se aprende tanto, sem esforço, porque o autor é, também, um excelente escritor.
Editora Vida Nova
terça-feira, julho 21, 2009
Levando a sério a impureza sexual em nossos dias
O título desta postagem é na verdade o título de um artigo da Coletânea de Aconselhamento Bíblico vol. IV, escrita por Tim Stafford. Tudo que estiver em itálico faz parte das palavras do texto original.
Hoje em dia, uma forma "normal" de lidar com a impureza sexual é fingir que ela não existe. Lascívia é uma palavra chave para entendermos sobre a impureza sexual e popularmente, ela conota fantasias sexuais e está quase sempre associada a figuras mentais de corpos nus, que tanto atraem o sexo masculino.
Ainda assim, este significado não tem um equivalente no Novo Testamento grego. A palavra "epithumia" (Mt 5.28, por exemplo) significa desejo. Outra palavra chave é cobiça, tradução hebraica encontrada no texto de Êxodo 20.17, não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seus servos ou servas, nem seu boi ou jumento, nem coisa alguma que lhe pertença.
Através destas palavras conseguimos chegar ao ponto principal sobre o significado de lascívia: desejar coisas que não nos pertence. Isso é pecado. Quando um homem cobiça uma mulher, ele não está agradecido com aquilo que Deus lhe deu, mas está atormentado pensando naquilo que queria que Deus lhe tivesse dado. Ademais, o fato de eu não conseguir resistir à lascívia não faz com que ela seja aceitável.
Lascívia, desejo, cobiça, é mais do que gostar. É uma vontade de possuir que transforma coisas boas em objetos de adoração. Por isso, lascívia tem uma direta relação com idolatria. Aquilo que cobiçamos, nós idolatramos.
Alguns consideram que invejar o carro do vizinho ou imaginar-se com o galã da novela na cama seja algo natural. Ter este pensamento é perigoso e crê que a cobiça é característica fundamental do homem.
O autor diz que bahos frios, exercício físico, ocupação constante, versículos memorizados podem ajudar por um tempo, mas não eliminam o problema. Paulo diz aos colossenses para buscar as coisas do alto e pensar nas coisas do alto. Ele também diz, à igreja da Galácia, que domínio próprio é fruto do Espírito com a promessa: vivam pelo Espírito e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne (Gl 5.16).
A impureza sexual é um artifício do Inimigo que ataca todos os homens e mulheres. Em especial, o gênero masculino parece ser mais frágil a este tipo de ataque. Neste último domingo, durante uma aula sobre a vida de José, fiz uma rápida enquete onde a classe deveria dar uma nota entre zero (0) e cinco (5) sobre o nível de dificuldade que é a tentação sexual em sua vida. A nota média dos homens foi 3,5, enquanto das mulheres 2,3.
O artigo de Tim Stafford me ajudou a pensar mais sobre este assunto e não deixar de lado minha batalha contra a lascívia. Espero que essas palavras possam lhe ajudar de alguma forma também.
Recomendo a leitura de toda a Coletânea de Aconselhamento Bíblico.
sábado, junho 13, 2009
Konkombas
Estive há duas semanas na Paraíba e Ceará para conhecer o trabalho de uma agência missionária chamada JUVEP. Durante meu tempo por lá, tive o privilégio de ler um livro escrito por Ronaldo Lidório e sua esposa Rossana.
O livro trata da experiências deles entre os konkombas, bem como a experiência deles de perceber a magnífica mão de Deus de diversas maneiras em diversas vezes.
Sugiro a todos que adquiram o livro para saborearem a imanente presença de nosso Deus e a forma como ele ainda atua em nossos dias, apesar da nossa (às vezes) sutil incredulidade.

Abaixo um vídeo que resume o trabalho do casal Lidório entre os konkombas.
O livro trata da experiências deles entre os konkombas, bem como a experiência deles de perceber a magnífica mão de Deus de diversas maneiras em diversas vezes.
Sugiro a todos que adquiram o livro para saborearem a imanente presença de nosso Deus e a forma como ele ainda atua em nossos dias, apesar da nossa (às vezes) sutil incredulidade.

Abaixo um vídeo que resume o trabalho do casal Lidório entre os konkombas.
sexta-feira, maio 22, 2009
Um Estranho à Mesa do Jantar
Gostaria de deixar uma sugestão de livro: Um Estranho À Mesa do Jantar, por David Gregory, Ed. Mundo Cristão.
Além de ser uma leitura muito gostosa, o livro nos ensina razões do porquê o cristianismo é o único e perfeito caminho, através de uma ficção muito bem escrita.
Sugiro que, quando comprar o livro para ler, faça a compra de algumas unidades, não somente do seu livro. Você ficará tentado em dar o livro de presente para algum amigo que ainda não conhece ou não aceitou a obra de Jesus que nos coloca em comunhão com Ele.
Além de ser uma leitura muito gostosa, o livro nos ensina razões do porquê o cristianismo é o único e perfeito caminho, através de uma ficção muito bem escrita.Sugiro que, quando comprar o livro para ler, faça a compra de algumas unidades, não somente do seu livro. Você ficará tentado em dar o livro de presente para algum amigo que ainda não conhece ou não aceitou a obra de Jesus que nos coloca em comunhão com Ele.
terça-feira, janeiro 27, 2009
Dados Estatísticos do Divórcio
Estou quase terminando um excelente livro. Recomendo a todos: Ministério com Famílias no Século 21, Dennis Rainey, Editora Vida.

No capítulo 21, o autor fala especificamente sobre divórcio. Veja alguns dados estatísticos:
1. O presidente do Instituto Nacional de Pesquisa sobre Saúde disse o seguinte: "estar divorciado e não ser fumante é apenas um pouco menos perigoso do que fumar um maço de cigarro por dia e permanecer casado. Todos os tipos de câncer terminal atingem pessoas divorciadas de ambos os sexos, brancos ou não, com maior frequência do que as pessoas casadas."
2. O risco de suicídio é 290% mais alto entre as pessoas divorciadas do que entre as casadas;
3. A porcentagem de pessoas que sofrem de qualquer tipo de distúrbio psiquiátrico em função de seu estado civil é a seguinte:
4. Mais da metade das crianças nascidas em 1994 passaram alguma parte de sua infância com pais solteiros.
5. Os meninos criados distantes do contato de uma família nuclear têm duas vezes mais possibilidade de acabar na prisão que outros meninos, independente da condição sócio-econômica da criança.
6. A probabilidade de uma filha sofrer abuso sexual de seu padrasto é pelo menos sete vezes maior que as chances de sofrer abuso por parte de seu pai biológico.
Todos estas estatísticas não são brasileiras, mas americanas. Ainda assim acho que nos ajuda a ter um retrato sobre a consequência danosa que o divórcio provoca.
Infelizmente, tratado hoje como algo natural entre cônjuges que por alguma razão não deram certo, o divórcio nunca fez parte do ideal divino à sua suprema criação, o humano.

No capítulo 21, o autor fala especificamente sobre divórcio. Veja alguns dados estatísticos:
1. O presidente do Instituto Nacional de Pesquisa sobre Saúde disse o seguinte: "estar divorciado e não ser fumante é apenas um pouco menos perigoso do que fumar um maço de cigarro por dia e permanecer casado. Todos os tipos de câncer terminal atingem pessoas divorciadas de ambos os sexos, brancos ou não, com maior frequência do que as pessoas casadas."
2. O risco de suicídio é 290% mais alto entre as pessoas divorciadas do que entre as casadas;
3. A porcentagem de pessoas que sofrem de qualquer tipo de distúrbio psiquiátrico em função de seu estado civil é a seguinte:
- Casado, que nunca se divorciou ou se separou: 24%
- Solteiro, que nunca moreou por mais de um ano com outra pessoa: 33%
- Divorciado ou separado: 44%
- Não casado que coabita com outra pessoa: 52%
4. Mais da metade das crianças nascidas em 1994 passaram alguma parte de sua infância com pais solteiros.
5. Os meninos criados distantes do contato de uma família nuclear têm duas vezes mais possibilidade de acabar na prisão que outros meninos, independente da condição sócio-econômica da criança.
6. A probabilidade de uma filha sofrer abuso sexual de seu padrasto é pelo menos sete vezes maior que as chances de sofrer abuso por parte de seu pai biológico.
Todos estas estatísticas não são brasileiras, mas americanas. Ainda assim acho que nos ajuda a ter um retrato sobre a consequência danosa que o divórcio provoca.
Infelizmente, tratado hoje como algo natural entre cônjuges que por alguma razão não deram certo, o divórcio nunca fez parte do ideal divino à sua suprema criação, o humano.
Eu odeio o divórcio, diz Javé.
(Ml 2.16)
(Ml 2.16)
terça-feira, outubro 28, 2008
Para o Entendimento

Tenho lido um capítulo por semana do livro de John MacArthur, Pense Biblicamente (ed. Hagnos). Ainda estou no início do livro, mas já tenho tido valiosas interações com o próprio livro e um grupo de discipulado que faço parte.
Gostei muito de uma frase que está no segundo capítulo do livro, na página 72 e quis colocar aqui. Moralizar, politizar ou intelectualizar a sociedade, sem primeiro ter em vista a conversão espiritual, é garantir apenas uma mudança passageira e geralmente inconsistente, que termina sendo superficial, temporária e condenável, em vez de salvadora.
Apesar de eu achar que a palavra "conversão" não precisava ser complementada por "espiritual", achei a frase excelente para nos lembrar que antes que queiramos intelectualizar nossos amigos biblicamente e por isso, com a verdade (Jo 17.17), precisamos dar-lhes a oportunidade da habitação do Espírito Santo para entender a Bíblia conforme ela deve ser entendida.
Entender isso me ajuda a ser mais sensível à maneira como devo tratar o homem sem Deus. E creiam, há muita coisa que envolve essa sensibilidade e compreensão. Acima disso, me faz lembrar que por mais que eu quisesse exigir ou almejar certas práticas nas pessoas, isso de nada adiantará perante a corte de Deus, se antes eu não dizer o porquê da necessidade que temos de sermos salvos; salvação essa já concedida por Jesus, mas não recebida por todos.
Gostei muito de uma frase que está no segundo capítulo do livro, na página 72 e quis colocar aqui. Moralizar, politizar ou intelectualizar a sociedade, sem primeiro ter em vista a conversão espiritual, é garantir apenas uma mudança passageira e geralmente inconsistente, que termina sendo superficial, temporária e condenável, em vez de salvadora.
Apesar de eu achar que a palavra "conversão" não precisava ser complementada por "espiritual", achei a frase excelente para nos lembrar que antes que queiramos intelectualizar nossos amigos biblicamente e por isso, com a verdade (Jo 17.17), precisamos dar-lhes a oportunidade da habitação do Espírito Santo para entender a Bíblia conforme ela deve ser entendida.
Entender isso me ajuda a ser mais sensível à maneira como devo tratar o homem sem Deus. E creiam, há muita coisa que envolve essa sensibilidade e compreensão. Acima disso, me faz lembrar que por mais que eu quisesse exigir ou almejar certas práticas nas pessoas, isso de nada adiantará perante a corte de Deus, se antes eu não dizer o porquê da necessidade que temos de sermos salvos; salvação essa já concedida por Jesus, mas não recebida por todos.
domingo, fevereiro 24, 2008
A Liderança Masculina do Lar
Deveria ser indubitável aos cristãos saber que homens e mulheres possuem diferentes papéis na igreja, no lar e na sociedade. No entanto, especialmente depois do "bum" feminista no terceiro quarto do século passado, muitos teólogos buscam uma pacificação contrária à bíblica com respeito à liderança do homem e submissão da mulher.
Hoje comecei a ler um novo livro: Homem e Mulher, seu papel bíblico no lar, na igreja e na sociedade, compilado por John Piper e Wayne Grudem, lançado no Brasil pela editora Fiel.
John Piper, no primeiro capítulo, escreve nove afirmações sobre o o que é ser um líder maduro. Quero deixá-las aqui para que os leitores invistam seu tempo no aperfeiçoamento de seu real papel como homem e mulher segundo à vontade de Deus.
Tome tempo de pensar sobre cada um destes pontos. O padrão que Deus exige de todos é simplesmente o melhor para nós mesmos!
Hoje comecei a ler um novo livro: Homem e Mulher, seu papel bíblico no lar, na igreja e na sociedade, compilado por John Piper e Wayne Grudem, lançado no Brasil pela editora Fiel.
John Piper, no primeiro capítulo, escreve nove afirmações sobre o o que é ser um líder maduro. Quero deixá-las aqui para que os leitores invistam seu tempo no aperfeiçoamento de seu real papel como homem e mulher segundo à vontade de Deus.
A masculinidade madura...
1. ...se expressa não na exigência por ser servido, mas na força de servir e sacrificar-se pelo bem de uma mulher;
2. ...não assume o mesmo tipo de autoridade que Cristo tem sobre a mulher, mas defende tal autoridade;
3. ...não pressupõe superioridade, mas mobiliza as habilidades das outras pessoas;
4. ...não tem de iniciar toda ação, mas sente a responsabilidade de prover um padrão geral de iniciativas;
5. ...aceita a responsabilidade de dar a palavra final nos desacordos entre marido e mulher, mas não pressupõe usá-las em toda instância;
6. ...expressa sua liderança em relações sexuais românticas, ao comunicar uma aura de busca intensa e terna;
7. ...se expressa em família, ao tomar a iniciativa de disciplinar os filhos, numa ocasião em que ambos os pais estão presentes e foi quebrado um padrão familiar;
8. ...é sensível a expressões culturais de masculinidade, de modo a se relacionar com uma mulher não na forma agressiva ou pervertida, mas com a dignidade de um homem;
9. ...reconhece que o chamado para a liderança é um chamado ao arrependimento, à humildade e ao arriscar-se.
Tome tempo de pensar sobre cada um destes pontos. O padrão que Deus exige de todos é simplesmente o melhor para nós mesmos!
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Pastoreando o coração da criança - o que é uma boa educação?
Creio que somente precisarei de mais um dia para terminar de ler um excelente livro que comecei ontem pela tarde: "Pastoreando o Coração da Criança", por Tedd Trip (ed. Fiel). Achei o livro leitura obrigatório para qualquer pai, mesmo para aquele que ainda não creu no sacrifício de Jesus Cristo por ele na cruz também.
Ainda não tenho filhos, mas os desejo. Ouço amigos que ainda não têm filhos, e até mesmo pais com filhos na adolescência falarem: "é muito difícil criá-los segundo às Escrituras nos ensinam." Geralmente, o ponto mais discutido é sobre a educação acadêmico-escolar, sobre o medo de "soltar" o filho para ser educado sem a ética cristã. Transcrevo abaixo um parágrafo do livro:
E os objetivos acadêmicos? Geralmente, os pais enviam seus filhos à escola e os pressionam a obter boas notas. Boas notas são um objetivo bíblico? Que passagens sustentariam este objetivo? Então, os pais acrescentam aos objetivos não-bíblicos os incentivos não-bíblicos: "vou lhe dar um dólar a cada vez que você obter um 'A' em um teste escolar"; ou, talvez, digam: "Se estudar bastante, você poderá obter um bom emprego e ganhar muito dinheiro quando crescer". Um objetivo bíblico? Dificilmente! As Escrituras dizem o contrário: "Não se desgaste para ficar rico". Não estou negando de modo algum que aqueles que são fiéis serão ricamente recompensados. É claro que isso é verdade, mas não se pode trabalhar apenas tendo esse objetivo como recompensa. Ao contrário você deve enviá-los à escola sem nenhuma pressão por boas notas. Notas têm importância, se o seu filho aprender com isso a esforçar-se diligentemente para Deus.
Enquanto eu fazia meu primeiro e segundo grau, até mesmo minha graduação na universidade, acreditei que ser um bom aluno inexoravelmente resultaria em um bom emprego. Não foi assim comigo, tampouco com muitos bons alunos que pegaram o canudo na tão esperada colação de grau.
Hoje, mais do que somente olhar para meus amigos da universidade, vejo muitos que, como eu, estudaram em um excelente colégio particular que trabalham em lugares e tem cargos de pessoas que ainda batalham por seu diploma de segundo grau. Da mesma forma, vejo amigos que anos após anos ficavam de "exame final" ou "recuperação" e hoje são a massa fina das empresas que trabalham. Também vejo aqueles que levaram o curso na universidade com pouca seriedade (ou com muito gracejo) com ótimos empregos, especialmente por causa de Q.I. ("Quem Indica").
Empiricamente, percebi que o futuro empregatício de alguém não está totalmente dependente dos bons resultados acadêmicos. Note que isso não isenta o aluno de esforço para alcançar boas notas, mas com a correta motivação: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens (Colossenses 3.23).
Em nossa cultura, um bom currículo acadêmico traz prestígio e um bom desenvolvimento psicossomático é importante para laços sociais, todavia, o que é fundamental? Como futuro pai, quero poder citar a passagem de 3 João 4 sem titubear: Não tenho alegria maior do que ouvir que meus filhos estão andando na verdade*.
Proporcione ao seu filho a quantidade suficiente de escolaridade, porém dê a ele o máximo da instrução que precisa para um relacionamento íntimo com Deus.
E os objetivos acadêmicos? Geralmente, os pais enviam seus filhos à escola e os pressionam a obter boas notas. Boas notas são um objetivo bíblico? Que passagens sustentariam este objetivo? Então, os pais acrescentam aos objetivos não-bíblicos os incentivos não-bíblicos: "vou lhe dar um dólar a cada vez que você obter um 'A' em um teste escolar"; ou, talvez, digam: "Se estudar bastante, você poderá obter um bom emprego e ganhar muito dinheiro quando crescer". Um objetivo bíblico? Dificilmente! As Escrituras dizem o contrário: "Não se desgaste para ficar rico". Não estou negando de modo algum que aqueles que são fiéis serão ricamente recompensados. É claro que isso é verdade, mas não se pode trabalhar apenas tendo esse objetivo como recompensa. Ao contrário você deve enviá-los à escola sem nenhuma pressão por boas notas. Notas têm importância, se o seu filho aprender com isso a esforçar-se diligentemente para Deus.
Enquanto eu fazia meu primeiro e segundo grau, até mesmo minha graduação na universidade, acreditei que ser um bom aluno inexoravelmente resultaria em um bom emprego. Não foi assim comigo, tampouco com muitos bons alunos que pegaram o canudo na tão esperada colação de grau.
Hoje, mais do que somente olhar para meus amigos da universidade, vejo muitos que, como eu, estudaram em um excelente colégio particular que trabalham em lugares e tem cargos de pessoas que ainda batalham por seu diploma de segundo grau. Da mesma forma, vejo amigos que anos após anos ficavam de "exame final" ou "recuperação" e hoje são a massa fina das empresas que trabalham. Também vejo aqueles que levaram o curso na universidade com pouca seriedade (ou com muito gracejo) com ótimos empregos, especialmente por causa de Q.I. ("Quem Indica").
Empiricamente, percebi que o futuro empregatício de alguém não está totalmente dependente dos bons resultados acadêmicos. Note que isso não isenta o aluno de esforço para alcançar boas notas, mas com a correta motivação: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens (Colossenses 3.23).
Em nossa cultura, um bom currículo acadêmico traz prestígio e um bom desenvolvimento psicossomático é importante para laços sociais, todavia, o que é fundamental? Como futuro pai, quero poder citar a passagem de 3 João 4 sem titubear: Não tenho alegria maior do que ouvir que meus filhos estão andando na verdade*.
Proporcione ao seu filho a quantidade suficiente de escolaridade, porém dê a ele o máximo da instrução que precisa para um relacionamento íntimo com Deus.
*João usa a palavra "filhos" como pupilos, discípulos; como alguém que dá crédito ao seu ensino.
quinta-feira, setembro 27, 2007
Ciclo Maluco - Amor e Respeito
Recentemente comecei a ler o livro "Love and Respect" (Amor e respeito) escrito por Emerson Eggerichs. O livro é excelente para todo casal que quer entender melhor a relação homem-mulher conforme o desejo de Deus.
Amor e respeito são as principais palavras chaves do livro. O autor foca os desejos mais naturais de cada gênero, demonstrando quão importante é a mulher se sentir amada e o homem respeitado.
Não somente, o autor insere a tese que o mais natural é o homem não agir com amor quando a mulher não age com respeito, assim como a mulher agir com falta de respeito, quando o homem age com falta de amor. O "ciclo maluco" (crazy cycle - nome dado por Emerson), é apresentando logo no início do livro e permeia por todo ele. Somente a maturidade de um dos cônjuges é capaz de parar o ciclo.
Espero que estas poucas palavras, a disposição e a disponibilidade em obter o livro, possam incentivá-lo a investir em seu relacionamento conjugal para refletir a imagem de nosso triúno Deus através desta ferramenta.
O livro já é vendido por algumas livrarias nacionais. Para encontrá-lo, entre em um website de busca de lojas (shopping) e digite o título do livro em espanhol ou inglês (love and respect ou amor y respeto).

Infelizmente ainda não temos o livro disponível em português, mas para aqueles que têm o privilégio de ler em inglês ou espanhol, adquirir o livro e queiram investir em seu relacionamento conjugal, essa é uma excelente dica.
O livro se fundamenta no seguinte versículo bíblico:
O livro se fundamenta no seguinte versículo bíblico:
...cada um de vocês
também ame a sua mulher como a si mesmo,
e a mulher trate o marido com todo o respeito
(Ef 5.33)
também ame a sua mulher como a si mesmo,
e a mulher trate o marido com todo o respeito
(Ef 5.33)
Amor e respeito são as principais palavras chaves do livro. O autor foca os desejos mais naturais de cada gênero, demonstrando quão importante é a mulher se sentir amada e o homem respeitado.
Não somente, o autor insere a tese que o mais natural é o homem não agir com amor quando a mulher não age com respeito, assim como a mulher agir com falta de respeito, quando o homem age com falta de amor. O "ciclo maluco" (crazy cycle - nome dado por Emerson), é apresentando logo no início do livro e permeia por todo ele. Somente a maturidade de um dos cônjuges é capaz de parar o ciclo.
O livro já é vendido por algumas livrarias nacionais. Para encontrá-lo, entre em um website de busca de lojas (shopping) e digite o título do livro em espanhol ou inglês (love and respect ou amor y respeto).
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