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segunda-feira, novembro 07, 2011

A parábola do açude

Por Reinaldo Bui

Havia um homem muito bondoso, senhor de muitas terras que prezava muito pela vida dos trabalhadores que viviam em sua fazenda. Nela havia um açude que ele mesmo construíra e zelava para que ninguém nadasse, pescasse ou mesmo se aproximasse do local. Desde antes de sua construção, ele dizia: Este açude será para o benefício de todos os trabalhadores e seus familiares, portanto, devemos cuidar dele como se nossa vida e de nossos filhos dependessem disto.

Um dia o senhor da fazenda precisou fazer uma longa viagem. Preocupado com a segurança do açude, esquadrinhou um jeito de preservá-lo seguro dos invasores. Ao invés de construir uma grande muralha ao seu redor, ele pensou em simplesmente espalhar alguns avisos de “proibido pisar na grama” ao longo da área gramada que cercava a beira do açude, além de ter alertado os moradores mais próximos para que o vigiasse. Ele acreditava que estas medidas eram suficientes para a boa proteção do açude. Então ele partiu.

A geração mais velha obedecia sem problemas às orientações do seu senhor. Todavia os mais novos logo começaram a questionar sobre o porquê de não poderem utilizar o açude para se refrescar. Muitos eram seus argumentos: Não faz sentido ter um açude como este se não podemos desfrutar. Quando o senhor construiu este açude, ele mesmo disse que seria para nosso benefício. Por que, então, não podemos nadar? É um desperdício! Ele não nos quer bem? Não quer que sejamos felizes? Quer nos privar do prazer de nos refrescarmos nestes dias quentes de verão? Será que ele não quer dificultar nosso direito de nos exercitarmos e dedicarmos tempo de qualidade com nossos familiares e amigos? Outros ainda se aprofundavam mais em seus argumentos e “reinterpretavam” as ordens do senhor da fazenda. Eles diziam que a ordem do senhor fazia sentido na época em que o açude foi construído, mas que agora os tempos eram outros, que esta nova geração é mais pró-ativa, exigente e não se contenta com um simples não. Eles também argumentavam que o fato dele simplesmente ter colocado alguns alertas para não pisar na grama era um insulto à inteligência deles, pois conheciam meios de chegaram à água sem pisar na grama. Ademais, muitos falavam que o significado daqueles alertas não se relacionava com a proibição de nadar no açude. Para eles, estragar o gramado era o real motivo destes alertas.

Apesar da acirrada insistência dos mais velhos em defender a ordem do senhor, seus argumentos pareciam fracos demais diante da jovial maioria, que ecoavam: Mas o senhor não quer... O senhor não quer.

A pressão dos favoráveis à liberação do açude ao público crescia a cada dia, e entre centenas de inconformados, uma pessoa tomou a iniciativa corajosa, inteligente e estratégica de construir uma passarela de pedras para que todos os interessados pudessem ter livre acesso às águas convidativas e refrescantes daquele intocável açude. E ela mesma deu o mergulho pioneiro. Diante do olhar estupefato de todos os que assistiam ainda de longe, esta pessoa nadava de um lado para o outro, floreando a atitude desbravadora. Esta foi a notícia do dia; todos só comentavam sobre a bravura, coragem e determinação daquela pessoa. No dia seguinte, mais algumas pessoas se juntaram a ela. Depois outras tantas, e mais tantas, e mais... Até chegarem ao ponto de não se ouvir mais comentários sobre aquela velha e ridícula proibição de não poder desfrutar daquela “benção” que o senhor construiu para eles.

O açude era o local para diversão de todas as famílias. Elas faziam piquenique e lavavam seus pratos e talheres naquelas águas. Entravam no açude para usá-lo como banheiro para si e seus animais de estimação. A garotada, em especial, esbaldava-se toda no futebol antes de darem aquele mergulho refrescante. Aqueles avisos de proibido pisar na grama já nem eram mais observados.

Quase todos estavam felizes. Os mais velhos ainda lamentavam, calados e indignados pela tamanha desobediência. Já nada falavam por medo de represálias ou por não quererem passar mais pelo constrangimento de serem tachados de retrógrados, radicais, bitolados, ridículos e ultrapassados.

Alguns meses depois algumas crianças começaram a adoecer e tragicamente três morreram numa mesma semana. Os mais velhos, aqueles que não entraram no açude, também adoeceram. Entre os jovens, haviam aqueles que usavam sua eloquência para transmitir uma sabedoria que nenhum deles realmente tinha. Eles diziam que o fato dos mais velhos terem igualmente adoecido, provava que a curtição no açude não estava relacionada com os recentes problemas de saúde. De fato, eles procuravam justificativas para aplacar suas consciências.
Alguns destes obedientes velhinhos também estavam morrendo em decorrência da doença. A cada um que era sepultado, todos diziam: Estava velho, havia chegado sua hora...

Depois foi a vez dos jovens e adultos. Muitos foram hospitalizados, medicados, mas alguns não resistiram e também faleceram. Os que ficavam já não tinham mais vigor para trabalhar e aquela fazenda que sempre fora muito produtiva e bem cuidada começou a definhar.

Após um ano fora de casa, o senhor, no caminho para sua fazenda, percebeu que alguma coisa estava errada. Ao chegar,um bom trabalhador de sua fazenda, esbaforido, logo relata para ele sobre a epidemia que se abatera por lá. Então o senhor lhe fez a seguinte pergunta: Vocês entraram no açude que eu ordenei que não entrassem? O trabalhador respondeu: Não vimos nada de mal nisto, senhor. Além do mais, é pouco provável que esta epidemia seja por causa dele... Estamos achando que é a água da torneira de nossas casas que está contaminada. O senhor logo replicou: Seguramente você está certo quanto à contaminação das águas das torneiras, mas absolutamente errado em não encontrar problema na desobediência de terem entrado no açude. Eu o construí para que fosse o manancial que abastece todas as residências desta fazenda.

Assustado com a resposta, o empregado perguntou ao chefe o porquê dele nunca ter revelado essa tão importante informação. Em sua resposta, o senhor da fazenda lhe perguntou: Por que vocês simplesmente não obedeceram minhas ordens? Sou eu quem deve dar satisfação a vocês do que é meu e como eu quero que seja feito?

Moral da história:
Questionar e racionalizar ordens e orientações do nosso Senhor pode trazer conseqüências desastrosas para todos nós.

quinta-feira, agosto 04, 2011

Retrato de Deus

Conta-se que certa vez, uma criança de seis anos estava fazendo um desenho. A professora perguntou a ela: "o que é isso?" A menina respondeu que era um retrato de Deus. A professora então questionou: "mas ninguém sabe como é Deus!" A pequenina logo respondeu: "vão saber em um minuto."

Fonte: Revista Crescer 212 (julho/2011)

sexta-feira, outubro 16, 2009

Os Cinco Macacos

Certa vez recebi por e-mail uma história que me remeteu a pensar sobre o fundamento daquilo que professamos como verdade. Às vezes seguimos tradições que não refletem o que a Palvra de Deus de fato nos revela. Muitas vezes procedemos dessa forma por desinformação. Leia o texto abaixo e reflita sobre isso.

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.

Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído. Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui!"

segunda-feira, setembro 28, 2009

A Perfeição de Deus

Há alguns anos que recebi esta história por e-mail. Disseram que a história era real. Acho interessante conhecê-la, bem como a interpretação do pai de Pedro do acontecido.

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem pôr toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas a escolas comuns.

Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele: "Onde está a perfeição em meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?" Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai. Mas ele continuou: "Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro: "Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando baseball. Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar? Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros de time e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada. Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.

Pediram então que ele colocasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, o time de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar. Um questionamento, porém, veio à minha mente: o time deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo? Surpreendentemente foi dado o bastão a Pedro. Todo mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e o perdeu. Um dos companheiros do time de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro. Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro de time balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.

O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar:
- Pedro, corra para a primeira base. Corra para a primeira. Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo mundo gritou:
- Corra para a segunda, corra para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:
- Corra para a terceira. Quando Pedro contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando:
- Pedro, corra para a base principal. Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganhado o jogo para o time dele.

"Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, "aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"

domingo, setembro 13, 2009

De Quanto Precisamos? (Leon Tolstoy)

Recebi a história abaixo por e-mail. Quem se interessa bastante por bibliografias, a de Leon Tolstoy é uma que vale a pena ser lida e refletida.

O Conde Leon Tolstoy, um rico aristocrata russo, nascido em 1828, passou por uma crise religiosa em torno dos seus 40 anos. Insatisfeito com a religião tradicional russa, ele descobriu o Sermão do Monte (relatado na Bíblia no livro de Mateus, capítulos 5 a 7). Ele começou então, a tentar viver aquela mensagem de simplicidade, amor e perdão. Ele doou parte de sua fortuna, fundou muitas instituições de caridade e começou a proclamar o evangelho. Você provavelmente já ouviu falar dele por causa de suas obras literárias e especialmente por seu livro Guerra e Paz.

No final de sua vida ele escreveu inúmeras histórias pequenas e parábolas que falavam da vantagem de viver segundo os princípios do Sermão do Monte. Numa delas, chamada De Quanta Terra um Homem Necessita?, ele conta a estória de Pahóm, um peregrino que queria ter seu próprio pedaço de terra. Se eu tiver terra suficiente, eu não terei medo nem do diabo, dizia ele.

O diabo ouviu Pahóm se gabar e colocou oportunidades para que Pahóm obtivesse mais e mais terra. Mas ele nunca se satisfazia, e resolveu mudar-se para as regiões desabitadas do interior da Rússia nessa sua busca incessante. Lá, o chefe da região lhe deu um desafio enorme. Ele poderia começar a caminhar de manhã e poderia ficar com a terra que ele conseguisse circular até o entardecer.

Ele saiu ao amanhecer e, motivado pela ganância, tentou circular uma enorme extensão de floresta. Ele chegou trôpego ao ponto inicial no final do dia, exausto. Quando suas mãos tocaram a linha de chegada, ele caiu no chão. Pahóm estava morto! Tolstoy concluiu com estas palavras: Do topo de sua cabeça até seus calcanhares, 1,90m de terra, era tudo que ele precisava.

Quando estamos obcecados com a aquisição de bens: terras, carros, roupas de grife, etc, estamos escolhendo o caminho errado. Nosso objetivo maior deve ser dar, não obter. Afinal, o que levamos desta vida? É disso que o Sermão do Monte fala.

Como a consciência da brevidade da vida pode nos ajudar a ter mais sucesso, a ser mais felizes? Não quero dizer que não devamos lutar para ter conforto, viajar, enfim, aproveitar a vida de forma equilibrada. Obsessão, todavia, é pecado, pois nos rouba o tempo que podemos gastar com as pessoas importantes da nossa vida porque estamos "correndo atrás do vento."

Hedy Silvado

sexta-feira, setembro 11, 2009

Acres de Diamantes

Recebi a história abaixo por e-mail.

Algumas histórias soam tão verdadeiras e expressam as coisas tão bem que ficam para sempre em nossa memória. Quem tornou esta famosa foi o Dr. Russel Henrman Conwell (1843-1925), que viajou pelos Estados Unidos contando e recontando esse caso surpreendente.

A história se refere a um fazendeiro africano que viveu no período em que os primeiros diamantes estavam sendo descobertos na África. A possibilidade de obter grandes riquezas interessou ao fazendeiro, e certo dia ele vendeu a fazenda e partiu em busca dos diamantes que o tornariam um homem rico e feliz. Mas sem êxito. Sem dinheiro, doente e desanimado, suicidou-se, atirando-se nas águas de um rio impetuoso.

Algum tempo antes disso, porém, o homem que comprara as terras do fazendeiro encontrou um pedra grande e de aparência estranha, no pequeno riacho que atravessava a fazenda.

Mas tarde, um visitante, ao ver a pedra em cima da lareira, voltou-se para o novo dono e informou-o de que encontrara um dos maiores diamantes já vistos pelo homem. Pesquisas revelaram que a fazenda inteira estava coberta de pedras magníficas, semelhantes àquela.

Depois, o Dr. Conwell discorria sobre a moral da história: o primeiro fazendeiro possuíra milhares de diamantes. Entretanto, ele não dedicara tempo em investigar o que lhe pertencia. Muitas pessoas padecem por ignorância. Deus lhes oferece vida plena e completa, mas elas não se dedicam a investigar, provar e desfrutar o que o Senhores lhes oferece.

Núbia Rosas

quinta-feira, setembro 10, 2009

Você...

Um dia recebi as palavras abaixo por e-mail. Decidi compartilhar a idéia.

VOCÊ é muito importante para mim.
VOCÊ corre, almoça, trabalha, canta, chora, ama.
VOCÊ sorri, mas nunca me chama.
VOCÊ se entristece mas depois se acalma, mas nunca me agradece.
VOCÊ caminha, sobe, desce escadas, e nunca se preocupa comigo.
VOCÊ sente amor, ódio, sente tudo, menos minha presença.
VOCÊ tem os sentidos perfeitos, mas nunca os usa para mim.
VOCÊ estuda e não me entende, canta e não me alegra.
VOCÊ é tão inteligente e não sabe nada de mim.
VOCÊ reclama dos meus tratos, mas não valoriza o que eu faço por você.
VOCÊ conhece tanta gente importante, mas não conhece a mim, que o considera tão importante.
VOCÊ faz o que os outros ordenam, mas não faz o que lhe peço com humildade.
VOCÊ quebra tantos galhos, mas não tira um espinho de minha testa.
VOCÊ entende todas as transações do mundo, mas não entende minha mensagem.
VOCÊ reclama tanto da vida, mas não sabe que em mim terá uma vida que satisfaz.
VOCÊ baixa os olhos quando um superior lhe fala, mas não levanta esses mesmos olhos quando lhe falo do meu amor.
VOCÊ fala às pessoas e não sabe que conheço toda sua vida.
VOCÊ enfreta muitos obstáculos na vida, é forte, mas tem medo de mim.
VOCÊ defende seu time, seu ator, mas não me defende no meio de seus amigos.
VOCÊ corre com seu carro, mas nunca corre para meus braços.
VOCÊ não sente vergonha ao se despir perante alguém, mas sente vergonha ao tirar sua máscara diante de mim.
VOCÊ me deixa fazer parte de sua vida?

Jesus Cristo.

quarta-feira, setembro 02, 2009

O Garoto da Groselha (2Tm 2.15)

A história abaixo é verdadeira.

Tenho um amigo, que enquanto solteiro, gostava muito de groselha. Comi algumas vezes em sua casa e sempre havia groselha. Muitos de nós, especialmente durante a adolescência, fixamo-nos em uma bebida ou comida que desejamos, durante um tempo, que esteja sobre a mesa, à nossa frente todas as refeições. A groselha era seu caso. Aliás, não era qualquer groselha, era "a groselha," de uma marca específica.

Em uma das vezes que fui comer em sua casa, com seus pais e irmã presentes na mesa, presenciei o que poucos seriam capazes de fazer: perceber que a composição da groselha havia mudado, mesmo sem qualquer aviso do fabricante.

Depois dele tomar o primeiro gole de sua gelada groselha, ele disse: "a groselha está diferente." Eu conhecia aquela marca e de fato, achava ela a mais gostosa, mas não sentia diferença em seu sabor. Logicamente, todos da mesa provaram da groselha para saber se de fato a groselha continuava ou não com o mesmo sabor.

Ninguém percebeu mudança no gosto da groselha, mas ele insistiu, dizendo que a groselha não estava tão gostosa como antes, pois algo tinha mudado. Assim que o almoço terminou e todos deixaram a mesa, ele ligou para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) daquele produto. Eles disseram que haviam mudado alguns componentes na fórmula, mas ainda não tinham divulgado isso para o consumidor tão claramente.

Meu amigo ficou contente por estar certo, provando seu conhecimento pelo produto, mas por outro lado triste, porque a nova fórmula não era tão gostosa como outrora.

Toda essa história era para ilustrar uma passagem da carta de 2Timóteo, onde Paulo diz: Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade (2.15 NVI - grifo meu). Meu amigo conhecia muito bem a groselha que ele tomava. Os cristãos precisam, semelhantemente, conhecer bem a Palavra de Deus, a Bíblia, chamada neste versículo de Palavra da Verdade.

Você é capaz de perceber detalhes que fazem toda a diferença sobre quem é Deus? Sobre Seu plano para o homem? Sobre a Salvação? Sobre Israel e a igreja? Todos os cristãos precisam, como o garoto da groselha, perceber minúcias através da seriedade no estudo das Escrituras Sagradas e que envolvem nosso desenvolvimento como filhos de Deus, mesmo quando outras pessoas não conseguem e afirmam que não há diferença. Todos precisamos ser bons manejadores da Palavra da Verdade, bons provadores de groselha.

quinta-feira, agosto 20, 2009

Olhe!

Olhe para trás!
Veja os obstáculos que você já superou.
Veja quanto você já aprendeu nesta vida e quanto já cresceu.

Olhe para frente!
Não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair.
Estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza.

Olhe para dentro!
Conheça seu coração e analise seus projetos;
Mantenha puros seus sentimentos.
Não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem seus pensamentos e seu coração.

Olhe para o lado!
Socorra quem precisa de você.
Ame o próximo e seja sensível para perceber as necessidades daqueles que o cercam.

Olhe para baixo!
Não pise em ninguém...
perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las.

Olhe para cima!
Há um Deus maior do que você, que te ama muito e tem todas as coisas sob seu controle.

Olhe para Deus!
Perceba a profundidade, a riqueza e o poder da bondade divina.
Sinta esse Deus que olha por você todos os dias da sua vida!

Autor desconhecido por mim

Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E mais excelente, adquirir a prudência do que a prata!
Provérbios 16:16

segunda-feira, agosto 17, 2009

O Mal Existe?

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
- Deus fez tudo que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- "Sim, fez!"
- Deus fez tudo, mesmo?
- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal. O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a fé era um mito. Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
- Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
O professor respondeu:
- Mas é claro que sim.
O estudante respondeu:
- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente. Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal. Então o estudante respondeu:
- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou o Amor, que existem como existe a luz e o calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

Autor desconhecido por mim

sexta-feira, agosto 14, 2009

Deus Nunca Erra!

Há muito tempo, num reino distante, havia um rei que não creditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:
- Meu rei, não desanime, porque tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Um dia, o rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo. O servo respondeu:
- Meu rei, apesar de todas essas coisas, somente posso lhe dizer que Deus é bom, e que mesmo assim, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! O rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.

Após algum tempo, o rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que viviam na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois se sabia que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo! E o rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida:
- Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!? O servo sorriu e disse:
- Meu rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum! Portanto, lembre-se sempre:

“TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!”


Autor desconhecido por mim

quarta-feira, agosto 12, 2009

Pregos na Cerca


Era uma vez um rapaz com mau caráter, de índole ruim. Seu pai deu-lhe um pacotinho de pregos e disse-lhe para cravar um na cerca do jardim, todas as vezes que tivesse perdido a paciência e discutido com alguém.

No primeiro dia, o rapaz cravou 37 pregos na cerca. Nas semanas seguintes, aprendeu a controlar-se e o número de pregos cravados na cerca diminuiu dia após dia: tinha descoberto que era mais fácil controlar-se do que cravar os pregos.

Finalmente chegou o dia no qual o rapaz não pregou algum prego na cerca. Então, foi até o seu pai e disse-lhe que naquele dia, não havia cravado nenhum prego. O pai então disse-lhe para retirar um prego da cerca, a cada dia que não havia perdido a paciência e discutido com alguém.

Os dias se passaram e, finalmente, o rapaz pôde dizer ao pai que havia retirado todos os pregos da cerca. O pai levou o rapaz em frente a cerca e disse-lhe:
- Meu filho! Você se comportou bem mas, veja quantos buracos há na cerca. A cerca não será nunca mais como antes. Quando você discute com alguém, e lhe diz alguma coisa feia, lhe deixa feridas como estas. Pode cravar uma faca em um homem e depois retirá-la, mas ficará sempre uma ferida. Não importa quantas vezes te desculparás, a ferida permanecerá.

Uma ferida verbal, faz tão mal quanto uma física.
Os amigos são jóias raras, te fazem sorrir e te encorajam.
Estão prontos a te escutar quando precisas, te suportam e te abrem os seus corações.

Autor desconhecido por mim

terça-feira, agosto 04, 2009

O Barbeiro e Deus

Um homem foi ao barbeiro e enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Depois de um tempo o barbeiro incrédulo não aguentou e disse:
- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!
- Por quê?
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro!
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!
- Como?
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!
- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim!
- Agora, você entendeu.

Autor Desconhecido

sexta-feira, julho 31, 2009

Deus em Sua Soberania

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido agarrar-se a parte dos destroços para poder ficar flutuando. Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, longe de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.

Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse proteger-se do sol, da chuva, de animais e, também, para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu.

Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia. No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado, ele se revoltou. Gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?" Chorou tanto, que adormeceu profundamente cansado.

No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava. "Viemos resgatá-lo", disseram os tripulantes da embarcação. "Como souberam que eu estava aqui?", perguntou ele. "Nós vimos o seu sinal de fumaça!"

Autor Anônimo

O nosso Deus é um Deus que salva; ele é o Soberano, ele é o SENHOR que nos livra da morte.
Salmo 68.20

quarta-feira, julho 29, 2009

Quem é Seu Amigo?

Certa vez um soldado disse ao seu tenente:
- Meu amigo não voltou do campo de batalha. Senhor, solicito permissão para ir buscá-lo.
- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto.
O soldado,ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
- Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens!
- Diga-me, valeu a pena trazer um cadáver?
E o soldado, moribundo, respondeu:
- Claro que sim, senhor!!!
- Quando o encontrei ele ainda estava vivo e pôde me dizer, "tinha certeza que você viria!"



Autor desconhecido por mim

Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai...
Pv 27.10a