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sexta-feira, fevereiro 15, 2013

O verdadeiro amor

Por John MacArthur

"Tudo o que você precisa é de amor", assim cantavam os Beatles. Se eles tivessem cantado sobre o amor de Deus, a frase revelaria uma certa verdade. Mas aquilo que a cultura popular diz ser amor, não se trata, na verdade, de um amor autêntico, é antes uma verdadeira fraude. Longe de ser "tudo o que precisa", é algo que deve evitar a todo o custo.

O apóstolo Paulo fala-nos sobre esse tema em Efésios 5:1-3. Ele escreveu: "Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados. E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Mas a prostituição, e toda a impureza ou avareza, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos".

A simples ordem do verso 2 ("E andai em amor, como também Cristo vos amou") resume toda a obrigação moral do cristão. No fundo, o amor de Deus é o único princípio que define completamente o dever do cristão, e este tipo de amor é exatamente "tudo o que você precisa". Romanos 13:8 diz, "porque quem ama aos outros cumpriu a lei". Os mandamentos resumem-se a estas palavras: "Amarás o próximo como a ti mesmo, já que o amor é o cumprimento da lei." Gálatas 5:14 ecoa a mesma verdade: "Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo." Da mesma maneira Jesus ensinou que toda a lei e profetas dependem de dois princípios básicos sobre o amor – o primeiro e o segundo mandamentos (Mt. 22:38-40). Em outras palavras: "e, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição." (Cl 3:14).

Quando o apóstolo Paulo nos diz para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor, mais centrado nos outros que em si próprio, é Cristo, que se entregou para nos salvar dos nossos pecados. "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." (João 15:13). E "amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros." (1 João 4:11).

sexta-feira, setembro 18, 2009

Declaração Pessoal de Fé: Deus

Creio em um único Deus (Dt 6.4), sendo Ele onisciente (Hb 4.13), onipotente (Jó 42.2; Jr 32.17), onipresente (Sl 139.7-11) e que subsiste eternamente em três pessoas, conhecidas mais claramente como Pai, Filho e Espírito (Mt 28.19-20, 2Co 13.14). Ele é vivo (Jr 10.10), eterno (Sl 90.2), soberano (Lc 21.18), pessoal (Jr 10.1), digno de louvor (Rm 11.33.36), auto existente (Is 40.13-14; Jo 5.26), imutável (Ml 3.6, Tg 1.17), perfeito em santidade e justiça (1Pe 1.16-17). Ele é o criador (Gn 1.1), rei (Is 43.15), justo (Ed 9.15), ainda assim amoroso (1Jo 4.8,16), misericordioso (Lm 3.22-23) e gracioso (Jo 3.16), sendo Ele fiel à sua própria palavra (Is 54.10), sempre executando Seu propósito, como Senhor dos tempos e do universo (Ef 1.11).