Por T. Zambelli
Tenho certeza que todos que leram a pergunta deste post, interessaram-se por saber a resposta. Mas deixe-me questioná-lo: você realmente acreditaria numa resposta sem antes compreender como ela foi alcançada?
É notório que muitos jovens acreditam e "argumentam que morar junto com a namorada ou namorado antes de se casar aumenta a probabilidade de acertar na escolha do cônjuge. Ajuda o par a descobrir se é compatível antes de dar o salto final. é uma forma de averiguar se a outra pessoa é capaz de mantê-lo interessado, se a atração é forte o suficiente."[1]
Deixe-me então lhes dar a resposta. Segundo pesquisa feita nos EUA, país que influencia pomposamente a cultura brasileira, pelo National Marriage Project (Projeto Nacional de Casamento), em 2002, "há indícios consideráveis de que os casais que moram juntos antes do casamento apresentam maior probabilidade de se separar depois do casamento. [2]
"Não há um consenso para explicar o porquê disso. Para alguns, a experiência de coabitação ensina maus hábitos que são prejudiciais depois do casamento. Outros teorizam que os indivíduos que optam por morar juntos antes do casamento apresentam características diferentes dos indivíduos que não o fazem e, portanto, são essas as características, e não a coabitação em si, que causam o rompimento da união mais adiante. (...) Não obstante as causas, o desejo e a escolha de morar juntos diminuem a probabilidade de um futuro casamento sólido."[3]
Sugiro a todo que leiam The State of Our Unions: 2002 - Why men won't commit, artigo em PDF e em inglês, para, inclusive, compreensão de outros assuntos que envolvem o tema casamento.
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[1] Timothy Keller. O significado do casamento. Vida Nova, 2012, p.28.
[2] David Popenoe & Barbara Dafoe Whitehead, The State of Our Unions: 2002 - Why men won't commit. Acesse em National Marriage Project, p.23.
[3] Timothy Keller. O significado do casamento. Vida Nova, 2012, p.28-29, nota de rodapé.
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sexta-feira, setembro 06, 2013
quinta-feira, outubro 13, 2011
Seis razões pelas quais jovens cristãos deixam a igreja
Veja no próprio site do grupo pesquisador: Barna (em inglês)
Título original: "Six Reasons Young Christians Leave Church"
Título original: "Six Reasons Young Christians Leave Church"
Por que metade dos jovens cristãos abandona a igreja antes de atingir a maioridade? Uma nova pesquisa do Grupo Barna tem algumas possíveis respostas. A maioria dos jovens vê a igreja como um lugar pouco amigável e cheio de julgamento. As principais críticas são por acharem que a Igreja em geral é:
1) superprotetora e exclusivista
2) oferece uma experiência cristã superficial
3) antagônica à ciência
4) um lugar em que o sexo é tratado de maneira errada
5) não valoriza outros tipos de fé e espiritualidade
6) hostil com quem não crê no que ela ensina
2) oferece uma experiência cristã superficial
3) antagônica à ciência
4) um lugar em que o sexo é tratado de maneira errada
5) não valoriza outros tipos de fé e espiritualidade
6) hostil com quem não crê no que ela ensina
Este é o resultado de um estudo de cinco anos, compilado agora no livro “You Lost Me: Why Young Christians are Leaving Church and Rethinking Faith” [Por que os jovens cristãos estão abandonando a Igreja e repensando a fé], escrito pelo atual presidente do Barna, David Kinnaman. Seu estudo envolveu entrevistas com 1.296 jovens que são ou já foram membros de igrejas.
Os pesquisadores descobriram que a grande maioria (59%) abandona a vida da igreja de forma permanente ou durante um longo período de tempo após completar 15 anos de idade. Um em cada quatro jovens entre 18 e 29 anos afirma que “os cristãos demonizam tudo que está fora da igreja”. E um terço deles simplesmente acha que “ir à igreja é chato.”
De modo geral, o confronto entre as expectativas da Igreja e a experiência sexual dos jovens tem colaborado em muito para o distanciamento. Um em cada seis jovens cristãos afirmam que “cometeram erros e sentiram-se julgados pela igreja por causa deles”. Enquanto isso, 40% dos entrevistados católicos entre 18 e 29 anos acreditam que a doutrina de sua igreja em relação à sexualidade e ao controle de natalidade estão “desatualizados”.
Kinnaman classifica essa evasão dos jovens da igreja como um problema que requer providências urgentes, já que normalmente os jovens saem de casa cedo, vão para a faculdade ou começam logo a trabalhar, casam e têm filhos antes dos 30 anos.
“As igrejas não estão preparados para lidar com o ‘novo padrão’”, diz Kinnaman. “No entanto, o mundo está mudando de maneira significativa, como um acesso cada vez maior ao mundo e a diversas ideologias, em especial por conta da tecnologia, fazendo crescer seu ceticismo em relação a figuras externas de autoridade, incluindo o cristianismo e a Bíblia.”
Fonte: Pavablog
quinta-feira, outubro 06, 2011
Estatísticas sobre os pastores e suas dificuldades
Retirado do Blog "Pastoreando Multidões"
Título original: "Razões porque você deve orar pelo seu pastor"
Título original: "Razões porque você deve orar pelo seu pastor"
Algumas pessoas pensam que exercer o ministério pastoral é fácil. Talvez elas não entendam a complexidade do cumprimento de tão árdua tarefa. Na verdade, muitos não sabem a responsabilidade e a pressão que o ministério exerce na vida do pastor. Para piorar a situação, a Igreja do Senhor não trata de seus pastores como devia. Infelizmente conheço inúmeros casos de pastores marcados por igrejas intransigentes, que exigem de seus líderes atitudes sobre-humanas, levando-os a exaustão espiritual.
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos afirma que cerca de 90% dos pastores estão trabalhando entre 55 a 75 horas por semana. O percentual de esgotamento está no máximo, com somente 50% dos pastores cumprindo seus anos de trabalho como pastor. A pesquisa também afirma que mais de 50% dos graduados nos seminários deixam o ministério depois de 5 anos. Mais de 1200 pastores a cada mês deixam o ministério devido a tensão ou situações relacionadas com a igreja, assuntos familiares ou falha moral.
O divórcio entre os ministros subiu em mais de 65% nos últimos 20 anos. Cerca de 94% dos ministros sentem a pressão de ter que ter uma “família perfeita”. Pesquisas revelam que 71% dos pastores dizem que estão tendo problemas financeiros. Cerca de 67% das esposas de pastores dizem que não estão satisfeitas com seu matrimônio e 33% dos casamentos pastorais sofrem de tensões causadas pela quantidade de trabalho.
Mais de 90% dos pastores levam para casa “bagagem mental e emocional do trabalho ministerial. Dados confirmam que 75% dos pastores dedicam menos de uma noite por semana a seu cônjuge e amizades. Cerca de 80% dos pastores crêem que o ministério afetou suas famílias de uma maneira negativa. 70% dizem que não têm alguém que consideram como amigo mais chegado e 97% dizem que não foram preparados adequadamente para enfrentar assuntos que encontram na igreja. Com uma realidade como esta, mais do que nunca, precisamos orar pelos nossos pastores.
E você? De que forma tem lidado com seu pastor? Em suas orações você tem lembrado dele? E se você fosse pastor? Gostaria de ter uma ovelha como você? Pense nisso!
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Enviei um comentário para a pessoa que colocou este artigo no ar no site de origem. Infelizmente não há fonte da pesquisa e assim que eu souber, colocarei junto a este post.
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