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sexta-feira, maio 31, 2013

Tendo um coração exercitado na ganância (2Pe 2.14)

Por T. Zambelli

Nenhuma igreja local que eu conheço sobrevive sem doações por parte daqueles que nela congregam, de recursos para sua manutenção. Pode ter ela a bandeira que for, inclusive, pode até não ser uma igreja, mas outro tipo de construção religiosa como templo, sinagoga, etc.

É bíblico a doação de recursos. A Palavra de Deus ensina o modus operandi e a motivação do correto proceder. No entanto, falsos mestres, pessoas que estão no meio da comunidade de cristãos, são profissionais da ganância e usurpam especialmente de crentes sem solidez na fé bíblica para seus prazeres egoístas.

O apóstolo Pedro, em sua segunda epístola, descreve várias características do falso mestre, que de forma alguma, em suas palavras, deixará Deus o enganador escapar de Sua santa justiça. Uma de suas descrições é exatamente esta: [Os falsos mestres] têm o coração exercitado na ganância (NVI). Outra versão diz: tendo o coração exercitado na avareza (ARA).

A palavra grega traduzida por exercitado (gegymnasmenēn) da origem à palavra portuguesa "ginásio." Tais pessoas "malham" (fazem musculação) na cobiça, treinam, praticam, aguçam suas habilidades gananciosas. Albert Barnes escreveu com sucesso ao dizer que o uso da religião é uma forma fácil de se enganar alguém para obtenção de dinheiro. Ao orientar as pessoas à corrupção e controlar sua consciência, os falsos mestres têm tudo às suas mãos. Sobre a ideia do texto, ele diz:
"A ideia aqui é que essas pessoas fizeram isso o seu estudo e tinham aprendido as maneiras pelas quais os homens poderiam ser induzidos a participar com o seu dinheiro sob pretextos religiosos. Devemos sempre estar atentos quando os declarados professores religiosos proporem algo que tenha muito a ver com dinheiro. Embora devamos estar sempre prontos para ajudar toda boa causa, devemos nos lembrar que os homens sem escrúpulo e indolentes muitas vezes assumem a máscara da religião para que possam praticar suas artes na credulidade dos outros, e que seu verdadeiro objetivo é a obtenção de seus recursos, não para salvar suas almas." (CD-ROM E-Sword. Albert Barnes' notes on the bible.)
Não me surpreende ver tantas pessoas em igrejas lideradas por professos cristãos que possuem tão evidente a característica do profissionalismo em ganância. Eles são convincentes e não necessitam de muito para seduzir pessoas a ofertarem em prol de suas ambições egoístas (ou demoníacas), apesar de disfarçadas (como geralmente são as tentações).

É a falta da principal fonte do conhecimento a respeito de Deus que deixa as pessoas tão vulneráveis. No final do capítulo um da carta de Pedro, ele afirma ser a Escritura a mais importante fonte de se conhecer a Deus, inclusive mais que sua pessoal experiência; no caso citado a transfiguração de Jesus (1.17-18). No início do capítulo dois, falsos mestres ensinavam baseados em outra fonte que não a Escritura. Enquanto a verdadeira fonte é movida pelo Espírito Santo (1.21), a falsa fonte é movida pela avareza (2.1-3).

Concluindo, atente-se à Palavra de Deus. Não seja inocente ou ignorante para negligenciá-la e desaperceber o tipo de liderança de sua própria igreja. Uma parcela da igreja brasileira que eu não sei mensurar com precisão, mas dizer que está muito presente na mídia, é composta por líderes cujas características se assemelham como dos falsos mestres, em destaque à ganância.

Uma última dica, dado pelo próprio Jesus. Note o conteúdo da pregação do falso mestre: "Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres? Então eu lhes direi claramente: ‘Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal!’" (Mt 7.22-23.) Além da mensagem ser recheada de mentira, milagres e expulsão de demônios marcam os cultos de tais igrejas.



sábado, abril 20, 2013

5 sábias respostas de um jovem para mulheres solteiras

Bethany Baird recentemente entrevistou um rapaz que está se esforçando para honrar a Deus com sua vida. Ela se sentiu desafiada e encorajada por suas respostas, então, publicou no site Lies Young Woman Believe (Mentiras que Jovens Mulheres Acreditam). Apesar do título neste post dizer "para mulheres", o conteúdo é igualmente bom para os homens solteiros.

1. Quais são algumas das mais importantes qualidades que você procura em spara sua futura esposa?

2. Que dica você daria para uma jovem solteira que está se preparando para o casamento?

3. O que você não acha atrativo numa garota?

4. Por que você acha que as garotas devem se vestir modestamente?

5. Porque é importante a relação de uma jovem com Deus?

Incentivo todo jovem cristão a ler o artigo (em inglês): A Single Guy's Thought
Use ferramentas de tradução caso não saiba ler em inglês.

segunda-feira, agosto 06, 2012

O sagrado absorveu o secular

Por John Piper
Citando Charles Spurgeon

As manhãs de segunda-feira são notoriamente difícil, e Charles Spurgeon estava ciente dos desafios enfrentados por sua congregação para começar a semana motivada a trabalhar diligentemente para a glória de Deus. Em um de seus sermões ele lembrou sua congregação que "o sagrado absorveu o secular." Os propósitos de Deus para nossas vidas traz nova visão para todas as nossas vocações e tarefas semanais. Para os filhos de Deus tudo na vida é ministério. Veja como Spurgeon colocou isso em em seu sermão apropriadamente intitulado "All For Jesus" [Tudo por Jesus]:

Para um homem que vive para Deus nada é secular, tudo é sagrado. Ele coloca a sua veste de jornada de trabalho e é uma vestimenta (santa) para ele. Ele se senta para a sua refeição e isso é um sacramento. Ele sai para seu trabalho, e nele exerce o ofício do sacerdócio. Sua respiração é incenso e sua vida um sacrifício. Ele dorme no seio de Deus e vive e se move na presença divina.

Para desenhar uma linha dura e rápida e dizer: "Isso é sagrado e é secular," é, na minha opinião, diametralmente oposta à doutrina de Cristo e do espírito do evangelho. Paulo disse: Como alguém que está no Senhor Jesus, tenho plena convicção de que nenhum alimento é por si mesmo impuro, a não ser para quem assim o considere; para ele é impuro. [Romanos 14:14]. Pedro também viu um lençol descendo do céu em que havia todos os animais e criaturas de quatro patas, que ele foi ordenado a matar e comer, e quando ele se recusou porque eram impuros, foi repreendido por uma voz do céu, que dizia: " Não chame impuro ao que Deus purificou" [Atos 10:15; 11:9].

O Senhor purificou suas casas, ele limpou os aposentos com suas camas, suas mesas, suas lojas, ele fez os sinetas penduradas nos cavalos santas para o Senhor, ele fez os potes e panelas ordinárias de suas cozinhas para ser como as taças do altar, isso é, se você sabe o que é viver de acordo com sua vocação. Vocês empregadas domésticas, vocês cozinheiros, vocês enfermeiros, vocês lavradores, donas de casa, comerciantes, marinheiros. O trabalho de vocês é santo se você servir ao Senhor, Cristo Jesus, vivendo para Ele como você deve viver. O sagrado tem absorvido o secular.

Original em Desiring God 
Traduzido por T. Zambelli

sexta-feira, junho 29, 2012

A nóia da bebida alcoólica na igreja evangélica

Por Marcelo G. dos Santos

Existe uma neurose na mente dos crentes acerca de bebida alcoólica. Vez por outra pessoas chegam a mim com as seguintes perguntas: “Pastor, beber é pecado? É pecado o crente ingerir bebida alcoólica? Existe algum problema em degustar um bom vinho, de um “porto” após as refeições? Tomar uma cerveja geladinha num dia quente? Tomar uma caipirosca na praia? Champanhe nas celebrações?”

Bem, em primeiro lugar, geralmente, as pessoas que fazem este tipo de pergunta, são pessoas que coam os mosquitos, enquanto engole os camelos. São pessoas que se escandalizam com quem bebe um copo de cerveja, mas não se escandaliza em sonegar imposto, em ser um trambiqueiro, um conversador, um invejoso, vingativo, avarento. Não se escandaliza em ser um comerciante que se orgulha dizendo assim: “Fiz um bom negócio, faturando sobre a ingenuidade de fulano”. O sujeito pode ser tudo isso, só não pode beber.

Em segundo lugar, para fazer estas perguntas você não precisa vir à igreja para se obter as respostas, basta observar as informações impressas nos rótulos de toda garrafa de bebida alcoólica, sobre o consumo moderado de álcool: “Beba com moderação”.

Em terceiro lugar, a Bíblia Sagrada ensina temperança, não abstinência. O cristianismo não é contra bebida alcoólica, mas contra a escravidão ao álcool e à embriaguez. A verdadeira espiritualidade não é incompatível com o prazer, mas com o prazer tornado a medida de todas as coisas; não é contrária à existência do elemento de prazer que pode causar males ao homem, mas favorável ao uso responsável dos prazeres que o criador concede graciosamente a eles.

Foi Deus quem deu sabor aos alimentos, inventou a libido e deu ciência ao homem para do fruto da videira fazer o vinho. O que não significa que Deus tenha prazer na gula, na imoralidade e na embriaguez.

Há alguns dias atrás, junto com alguns irmãos, fizemos um sarau poético e musical na sala de minha casa, regado a um bom vinho. E foi uma noite maravilhosa, celebramos a vida, porque cristianismo é quando a gente abre a janela e olha para o mundo. Nós não queremos ter um foco estreito de nossa espiritualidade, ficar vendo a vida pelo um túnel. Olha prá vida, vê as cores, ouvi os cantos dos pássaros, parar com essa coisa pequena, religiosa. Abrir os olhos para a beleza da vida.

Queremos olhar a vida com os olhos de Jesus, e não com olhar dos “evangélicos”, que é sempre um olhar doente, legalista, farisaico, e desumano.

Isso gera hipocrisia. O que desejamos é que as pessoas não sejam hipócritas, falsas, infantis nos processos da vida, mas que sejam pessoas verdadeiras, maduras, fazendo escolhas responsáveis, que viva a vida conforme sua consciência, e que tem a coragem de assumir sua própria consciência diante de Deus.

Há, antes que você pergunte: Cadê a Bíblia em seu comentário? Nos tempos de Jesus o viram comer de tudo (lhe chamaram de “glutão”); o viram beber de tudo (lhe designaram como “bebedor de vinho”); o viram andar com todos (foi chamado de “amigo de pecadores).

E tem mais, Jesus não bebia o vinho sem álcool como querem os fariseus modernos. O vinho que ele criou em Canã era vinho mesmo, como convinha ser em qualquer festa. O vinho da ceia, segundo Paulo (I Co 11), tinha o poder de fazer embriagar. Portanto, os cristãos primitivos, originais não tinham essa nóia acerca de bebida alcoólica.


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Sugestão de sermão sobre o assunto: "Felicidade e a Certeza" - Por Fernando Leite

terça-feira, maio 29, 2012

Quebrando o mito de que as faculdades são responsáveis pelo desvio dos jovens cristãos

"É preciso estabelecer urgentemente um diálogo franco com os jovens, ajudando-os a encarar os embates e dilemas do mundo atual"
Por Valmir Nascimento

No ano passado, o Grupo Barna divulgou uma interessante pesquisa [1] sobre os cinco mitos e realidades que levam os jovens a se afastarem das igrejas cristãs.
Os mitos apontados pela pesquisa são os seguintes: #mito 1: A maioria dos jovens perdem a fé quando deixam o ensino médio; #mito 2: Deixar a igreja é apenas uma parte natural da maturação dos jovens adultos; #mito 3: Experiências da faculdade são o fator-chave que levam as pessoas a desistirem; #mito 4: A atual geração de jovens cristãos é mais “biblicamente analfabeta; #mito 5: Os jovens irão voltar para a igreja como sempre fazem.
Por ora, gostaria de chamar a sua atenção para o #mito 3.
A realidade apontada pela pesquisa é que, embora a faculdade tenha uma grande influência na vida dos cristãos, ela não é necessariamente o motivo principal do abandono da fé, como muitos supõem. Como prova, o relatório enfatiza que muitos cristãos abandonam a fé bem antes de chegarem à faculdade, alguns inclusive antes dos dezesseis anos de idade.
Sobre este ponto, David Kinnaman, responsável pela pesquisa, diz que o problema decorre da inadequação da preparação de jovens cristãos para a vida além do grupo de jovens. Kinnaman observou que os resultados da investigação mostram que "apenas uma pequena minoria de jovens cristãos tem sido ensinada a pensar sobre questões de fé, vocação e cultura. Menos de um em cada cinco têm alguma ideia de como a Bíblia deve informar os seus interesses escolares e profissionais. E a maioria não dispõe de mentores adultos ou amizades significativas com os cristãos mais velhos, que possam guiá-los a responder perguntas que surgem durante o curso de seus estudos. Em outras palavras, o ambiente universitário não costuma causar a desconexão; apenas expõe o problema da fé-rasa de muitos jovens”.
Como se vê, a pesquisa ajuda a quebrar o velho mito de que um dos grandes fatores responsáveis pelo desvio de muitos jovens cristãos é a universidade. Ficou claro que o problema é anterior ao ingresso ao ambiente acadêmico, em decorrência da falta de preparo por parte dos jovens, tanto para conseguir responder com firmeza aos questionamentos dos fundamentos da fé, ou para fazer uma conexão entre a fé, a cultura atual e os interesses profissionais.
Esta deficiência dos jovens é ocasionada em grande pela inércia das igrejas, que quase nunca oferecem instruções e orientações básicas sobre apologética, cosmovisão cristã e vida profissional aos seus membros. Tanto é assim que outra pesquisa [2] realizada pelo Grupo Barna revelou esta lacuna. Na realidade dos Estados Unidos, apenas 38% dos pastores de jovens e 36% dos pastores titulares afirmaram discutir frequentemente os planos de faculdade com os jovens. No Brasil, acredito eu, este percentual é muito menor.
Será que não está na hora de nossos líderes estabelecerem um diálogo mais efetivo sobre estes temas com a mocidade, oferecendo instruções para que possam responder aos questionamentos da fé, com cursos específicos sobre apologética; ensinamentos que façam a conexão entre o mundo atual e a cosmovisão cristã e ofereçam conselhos sobre a vida universitária e a carreira profissional?
Não é possível que mesmo sabendo dos "bombardeios ideológicos" que os jovens cristãos recebem dentro dos centros acadêmicos, grande parte da liderança se mantenha indiferente, como se nada estivesse acontecendo.
Não. É preciso estabelecer urgentemente um diálogo franco com os jovens, ajudando-os a encarar os embates e dilemas do mundo atual, e a discernir o chamado de Deus em suas vidas, por meio de uma mensagem contextualizada do evangelho, que demonstre a relevância da mensagem bíblica para a sociedade atual.
Caso isso não ocorra, continuaremos a perder nossa juventude, infelizmente!

terça-feira, maio 22, 2012

Guia de Confissão


Este breve guia tem o objetivo de lhe ajudar a identificar pecados e fraquezas que existem em sua vida. É desejo do próprio Deus que todo homem e mulher, de qualquer lugar e idade, reconheçam seus erros baseados na Bíblia e os confessem diante dEle.

Reflita nos textos abaixo e ore a Deus para que lhe ajude neste processo. Sejamos santos, porque Ele é santo! (Lv 19.2; 1Pe 1.16)
  • Quem pode discernir os próprios erros? Absolve-me dos que desconheço! (Sl 19:12)
  • Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno. (Sl 139:23-24)
  • Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. (1Jo 1.9)
O procedimento deste guia é fácil e simples. Ao ler e compreender a existência de algum pecado abaixo descrito...

1.       Confesse imediatamente a Deus;
2.       Comprometa-se com Ele de não buscar prazer fora da Sua vontade;
3.       Clame [peça com intensidade] por ajuda e mostre-se disposto a mudar;
4.       Agradeça a Deus pelos pecados que você não tem cometido e peça a Ele que o ajude a se manter atento e fiel.

Faça sua auto-análise nas afirmações abaixo:


SOBERBA (orgulho, arrogância, presunção) - Tenho um grande desejo pelo sucesso pessoal, posição de destaque, reconhecimento pela minha postura fina e elegante, talentos e capacidades. Não é raro eu pensar que sou a pessoa mais importante em minha família, classe ou trabalho. Gosto muito de ser elogiado e busco sempre reconhecimento do que faço. Gosto de ser diferente para que eu seja notado. Em geral, considero minhas ideias melhores do que a dos outros. Em conversas, tenho prazer em contar histórias que chamam a atenção sobre mim.

TEIMOSIA (obstinação, persistência, birra, cisma) - Constantemente eu quero contrariar ideias e pensamentos. Gosto de ganhar discussões. Quando quero alguma coisa, é muito difícil eu abrir mão. Uso expressões que comunicam aborrecimento e impaciência. Ofendo-me facilmente. Jogo sempre na defensiva e opto pela vingança quando derrubado.

IMPUREZA (imoralidade, impudícia) - Com grande frequência eu penso em sexo. Alimento pensamentos indevidos e dou asas à fantasia. Noto com demasiada atenção a beleza de homens e/ou mulheres. Relaciono-me com pessoas além do devido, seja no trabalho, faculdade, escola ou até mesmo virtualmente. Meus olhos não desprezam a sensualidade. Acesso pornografia na internet e vejo revistas de conteúdo erótico. Os primeiros lugares que meus olhos enxergam em um homem ou mulher, são suas partes íntimas. Uso roupas que chamam à atenção para meu corpo e gosto de despertar o desejo nos outros.

MENTIRA - Tenho o hábito de contar metade das histórias e dizer somente as partes que são convenientes. Costumo encobrir a verdade e esconder meus próprios erros. Esforço-me por causar uma boa impressão que não é compatível com a verdade. Sugiro ideias que eu não acredito funcionarem. Negocio produtos e mercadorias baratas como se fossem de qualidade. Uso de falsa modéstia e sou hipócrita.

TEMOR HUMANO- Fujo de repreensões e deveres. Tenho um medo doentio diante de qualquer possibilidade de sofrimento. Deixo-me paralisar diante de pessoas mais capazes e influentes do que eu. Tenho a tendência de acomodar-me às circunstâncias erradas para evitar confrontos. Faço e digo coisas visando impressionar os outros. Tenho uma demasiada preocupação em agradar a todos.

INVEJA (ciúme) - Desejo desenfreadamente as coisas de meus amigos e familiares. Rebaixo as qualidades e exalto as limitações das pessoas. Imagino-me constantemente no lugar de famosos. Sinto que meus bens nunca são bons suficientes. Dificilmente sou uma pessoa grata pelo que tenho. Sou frio e crítico perante pessoas que têm opiniões diferentes da minha e não suporto a ideia de perder uma disputa.

AVAREZA (mesquinhez, sovinice)- Sou generoso para alimentar meu ego. Não oferto à igreja. Busco relacionar-me com pessoas ricas para beneficiar-me de seus bens. Penso constantemente em ser milionário. Minha paz se baseia na minha estabilidade financeira. Percebo que meu salário nunca é suficiente.

INCREDULIDADE (descrença, dúvida)- Fico desanimado em tempos de muita tarefa e oposição. Falta-me confiança em Deus. Tenho a tendência de me preocupar facilmente. Tenho medo de enfrentar as dificuldades da vida e perder o pouco que já tenho. Não confio na provisão de Deus. Tenho muitas dúvidas diante da Palavra de Deus.

FALTA DE VIVACIDADE ESPIRITUAL - Não tenho alegria em Deus. Tenho pouca ou nenhuma vontade de ler a Bíblia, frequentar um grupo pequeno, ir à escola bíblica e especialmente me relacionar com outros crentes. Não oro a Deus e escondo meus pecados de tudo e todos. Não me importo com a condição das pessoas não salvas. Gosto de criticar a forma da igreja conduzir o culto e acho todos na igreja hipócritas. 

OMISSÃO - Conheço o bem que devo fazer, mas não o faço. Conheço os mandamentos, mas não os guardo. Não retribuo honra e direitos do próximo. Não compartilho o evangelho de Jesus. Não manifesto gratidão a Deus. Sou cômodo e para mim tudo está bom como está. Tenho atitudes covardes e preguiçosas. Não me compadeço do pobre e necessitado. Evito pessoas que podem me pedir alguma ajuda. 

IDOLATRIA - Coloco a minha segurança quanto ao futuro em coisas e pessoas mas não em Deus. Sou um consumista. Busco fazer com que Deus sempre faça as minhas vontades, nem que para isso eu faça promessas. Acredito ser o meu caminho melhor e mais viável do que o de Deus. Acredito haver alguém ou alguma coisa tão ou mais poderoso do que Deus. Cultivo talismãs [coisas que acredito trazerem sorte].

DIFAMAÇÃO (maledicência, fofoca) - Sinto-me à vontade em conversar sobre a vida dos outros. Faço comentários negativos sobre a conduta e caráter de outros sem que isto tenha qualquer contribuição para minha ou a vida de alguém. Não tenho receio ao falar sobre alguém ausente. Revelo segredos de quem me confidenciou algo pessoal. Uso expressões duras e hostis com os que me ofendem.

IRA (cólera, furor, ódio) - Sou uma pessoa explosiva. Normalmente não me importo se minhas palavras ou atitudes ferem os outros. O que tenho para dizer, digo sem medir as consequências. Desenvolvo facilmente um sentimento desejoso de vingança contra os outros pelos motivos mais banais possíveis. Desejo a morte ou o sofrimento de alguém. Levanto minha voz facilmente quando sou contrariado. Irrito-me facilmente no trânsito.

DESCONTROLE - Não tenho domínio próprio para comer ou beber. Frequentemente passo mal pelos excessos que cometo na comida ou na bebida. Sou viciado em algo. Como muito doces e tomo refrigerante compulsivamente. Se vou a um rodízio, fico até não aguentar mais. Exagero é uma marca notória em minha vida.   

AMARGURA - Fico facilmente magoado com os outros. Guardo e alimento o rancor por pessoas em meu coração. Nego-me a perdoar quem me ofende. Fico constantemente mau-humorado me lembrando de ofensas recebidas com um desejo de vingança em meu coração. Ofendo-me facilmente e faço questão de expressar em meu rosto minha indignação e amargura aos que não me tratam como eu quero.

Lembrar que para viver em pureza é necessário manter uma disposição voluntária à obediência, uma atitude persistente de vigilância e uma reação imediata de fuga do pecado e de situações que podem incentivar o pecado. A comunhão diária com o Senhor Jesus Cristo através do aprendizado da Sua palavra e da oração devem ser práticas habituais por serem vitais para os que buscam agradar a Deus. A auto-sondagem, confissão de pecados e reparação de eventuais erros cometidos também devem fazer parte da rotina dos que querem ter vidas limpas para a glória de Deus.

Seja honesto e responda (para você mesmo e para o Senhor):
1.       Você quer viver em obediência a Deus, custe o que custar?
2.       Você está disposto a reparar seus erros e ofensas na medida em que forem identificados, mesmo que isso o exponha a situações vergonhosas?
3.       Você está disposto a abrir mão do que quer que seja caso haja reprovação do Senhor?

... Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. 1Sm 15:22

sexta-feira, março 16, 2012

Os Perigos da Irrealidade do Computador

 Por John Piper

Há apoio bíblico para as resoluções pessoais? Algo bem próximo disso é o conceito de fazer e cumprir votos. “Fazei votos e pagai-os ao senhor, vosso Deus” (Salmos 76.11). Como todas as demais coisas valiosas, podemos abusar disso e torná-la uma negociação presunçosa com o Todo-Poderoso. Mas não deve ser assim.

Podemos examinar nosso próprio coração, reconhecer a fraqueza da carne e dizer ao Senhor: “Sei que, entregue a mim mesmo, farei uma bagunça de minha vida. Não creio que tenho, em mim mesmo, a capacidade de cumprir as promessas e votos que faço ao Senhor. Agradeço-Te pela promessa bíblica de que Tu encherás meu coração de temor, para que eu não Te abandone (Jeremias 32.40), e de que Tu realizarás em mim o que é agradável diante de Ti (Hebreus 13.21). Creio que um dos instrumentos mais simples que estabelecestes para guardar-me de pecar é o fazer votos. Por favor, mostra-me quando isso é conveniente e dá-me graça para eu cumprir o que prometo”.

Em seguida, apresento cinco perigos do computador e cinco resoluções (ou votos) que todos devemos fazer.

1. Perigo: a armadilha da curiosidade constante

O computador pessoal oferece intermináveis possibilidades de descobertas. Até o ambiente básico de um sistema operacional pode consumir horas, dias e semanas de digitação e investigação curiosa. Sistema de cores, protetores de tela, atalhos, ícones, configurações, gerenciamento de arquivos, calculadora, relógio, calendário. Além disso, existem os inúmeros softwares que consomem semanas de nosso tempo, enquanto nos seduzem a examinar sua complexidade. Tudo isso é bastante enganador, dando-nos a ilusão de poder e eficiência, mas deixando-nos com o sentimento de vazio e nervosismo, ao final do dia.

Resolução: limitarei estritamente meu tempo de experiência no computador e me dedicarei mais à verdade do que à técnica.

2. Perigo: o mundo vazio da (ir)realidade virtual

Quão triste é ver pessoas inteligentes e criativas desperdiçando horas e dias de sua vida criando cidades, exércitos e aventuras que não têm nenhuma conexão com a realidade. Temos uma vida para viver. Todos os nossos poderes nos foram dados pelo Deus real, a fim de serem usados no mundo real, que nos leva ao céu real ou ao inferno real.

Resolução: gastarei minha energia construtiva e criativa não na irrealidade da “realidade virtual”, e sim na realidade do mundo real.

3. Perigo: relações “pessoais” com meu computador

Diferentemente de qualquer outra invenção, o computador pessoal é quase semelhante a uma pessoa. Você joga contra ele. Há programas que conversarão com você sobre a sua personalidade. O computador falará com você; sempre estará à sua disposição. É mais esperto do que seu cachorro. O grande perigo é que nos sentimos realmente à vontade com essa “pessoa” eletrônica e administrável e, pouco a pouco, nos afastamos dos relacionamentos imprevisíveis, frustrantes e, às vezes, dolorosos com pessoas humanas.

Resolução: não substituirei o risco dos relacionamentos pessoais pela segurança eletrônica e impessoal.

sábado, março 03, 2012

Será que realmente precisamos de ajuda?

Por T. Zambelli

Quinzenalmente eu me encontro com um grupo de amigos para conversar. Atualmente baseamos nosso bate papo no livro Instrumentos nas mãos do Redentor, por Paul Tripp (Nutra Publicações). O capítulo três leva exatamente o título deste post: "Será que realmente precisamos de ajuda?"

Ao invés de você simplesmente responder sim ou não à pergunta, deixe-me, por favor, levá-lo a pensar. Você já notou que nos seis dias de criação, Deus somente conversou com o homem e a mulher? Soa bastante óbvio pensar nisso, né? No entanto, acredito que esta obviedade conduz muitos leitores a menosprezarem ou não observarem corretamente uma clara característica do ser humano: a comunicação. Posso, inclusive, ser mais específico, porque o homem e a mulher foram as únicas "coisas" que Deus criou e então com "o que" discursou. Deus fez os fundamentos, as plantas, os peixes, as avez e os outros animais, mas com nenhum deles Ele falou. Esmiuçando ainda mais, percebo que, mesmo tendo os insetos, peixes, aves e vários outros animais a destreza de se comunicar, Deus escolheu dar ao ser humano, a habilidade de com Ele também se comunicar. As palavras do texto bíblico nos mostra a qualidade desta conversa: Deus os abençoou, e lhes disse: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra". Disse Deus: "Eis que lhes dou todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês. E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão". E assim foi. (Gn 1.28-30 NVI)

O que isso tudo tem a ver com eu e você precisarmos ou não de ajuda? Esta próxima pergunta nos ajuda com a resposta: 

Saberiam os primeiros seres humanos o que fazer se Deus não os dissesse? 

Leia a passagem bíblica mais uma vez e perceba que até mesmo o que era alimento foi apontado por Deus. Será que o homem e a mulher já sabiam disso?

Muitos acreditam precisar de ajuda porque reconhecem serem falhos, pecadores e dependentes de Deus. Apesar de ser verdade que todo homem e mulher são falhos, pecadores e dependentes de Deus, esta não é a justificativa correta para dizermos que precisamos ou não de ajuda. Antes mesmo do homem decidir pelo pecado, ele já carecia da ajuda de Deus. Ele precisava tomar decisões que envolvia o certo e o errado. Mas como o homem e a mulher saberiam se não houvesse alguém que lhes dissesse?
"Se não tivesse havido a Queda e nunca tivéssemos pecado, ainda assim precisaríamos de ajuda porque somos humanos." -- Paul Tripp, p.70.

terça-feira, fevereiro 28, 2012

Salmo 28 - Um Tratamento Especial

Por Thomas Tronco

Há alguns anos, testemunhei o início da carreira de um político que tinha uma história de luta contra as dificuldades da vida. Em suas primeiras semanas de mandato, flagrei-o carregando arquivos pesados em um posto de saúde e fazendo serviço braçal nas ruas da cidade, de enxada na mão, com a intenção de servir à população – apesar de esses trabalhos serem de responsabilidade dos funcionários da prefeitura e não dele. O fato é que, mesmo inexperiente na vida política, aquele homem, simples no falar e no agir, realmente queria fazer jus ao cargo para o qual foi eleito.

Não somente as responsabilidades eram novidades para esse político, mas, também, as prerrogativas. Ele se apresentava em todos os lugares como detentor de um cargo eletivo a fim de ser admirado pelos outros ou tratado com certa deferência. Certa vez, quando alertado por um motorista sobre a possibilidade de ser multado caso fosse pego por um policial sem usar o cinto de segurança do veículo, ele respondeu que não havia problema, pois bastava mostrar sua carteirinha de político para que o agente da lei desistisse de qualquer tipo de punição – o que popularmente chamamos de “carteirada”. É claro que seu cargo não era tão alto assim, de modo que o desejo desse tipo de tratamento diferenciado, principalmente ao infringir a lei, me pareceu até risível.

Houve outro detentor de um cargo administrativo que pediu um tratamento diferenciado e o obteve. Fora eleito por Deus para o cargo de rei da nação israelita. Ele, o rei Davi, é o autor do Salmo 28, no qual clama a Deus para ser tratado de um modo peculiar em relação a outro grupo de pessoas. Contudo, ele não pede para receber vantagens em detrimento dos pobres e necessitados. Ele, que possivelmente corria o risco de morrer na mão dos inimigos (vv.1,2), clama a fim de ser tratado de forma diferente daquela que Deus trata os perversos. Ele quer ser alvo da graça e da misericórdia do Senhor, enquanto os ímpios são punidos com justiça. Para tanto, ele apresenta a Deus três modos de agir dos perversos que não eram compartilhados por ele, motivo pelo qual solicita, em humildade, um tratamento diferente.

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Caráter e reputação

Por William Hersey Davis



"As circunstâncias nas quais você vive determinam sua reputação.
A verdade na qual você crê determina o seu caráter.
Reputação é o que pensam a seu respeito.
Caráter é quem você é.
Reputação é a sua fotografia.
Caráter é a sua face.
A reputação fará de você rico ou pobre.
O caráter fará de você feliz ou infeliz.
Reputação é o que os homens dizem a seu respeito no dia de seu funeral.
Caráter é o que anjos falam de você perante o trono de Deus."

Copiado de LIDÓRIO, Ronaldo. Liderança e Integridade. Ed. Betânia, p.14.

Lembre-se sempre disso: Deus avaliará seu caráter!

domingo, fevereiro 12, 2012

Contra quem lutamos?

Por Fernando Leite
Série de doze mensagens pregada na Igreja Batista Cidade Universitária no ano 2000. Abaixo estão os áudios de cada mensagem.

Acredito ser esta série muito valiosa especialmente para grupos pequenos.
Fica a dica!

1. Que vazio!

Faça o download!

2. Todo Mundo está feliz!

Faça o download!

3. Por que estás abatida?

Faça o download!

4. Ansiedade é meu nome

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5. Cavando Trincheiras

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6. Estou me sentindo culpado
 
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7. Definitivamente esta é a última vez

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8. Não me irritem mais

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9. Você está na minha lista

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10. Decididamente indeciso

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11. Eu não tenho tempo

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12. Que solidão!

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sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Orientações para Odiar o Pecado (Parte 4)

Por Richard Baxter

IX. Orientação – Considere seu primeiro e principal trabalho matar o pecado em sua raiz; limpar o coração, que é a fonte; pois é do coração que vem todo o mal em nossa vida. Saiba quais são as principais raízes; e use o seu maior cuidado e diligência para mortificá-las, especialmente as seguintes:
  • Ignorância. 
  • Incredulidade. 
  • Inconsideração. 
  • Egoísmo e orgulho. 
  • Carnalidade, em agradar um apetite, luxúria e fantasia selvagens.
  • Insensibilidade, dureza de coração e sonolência no pecado.


X. Orientação – Conte o mundo todo e todos os seus prazeres; honras e riquezas não são melhores do que aparentam ser; assim satanás não vai conseguir encontrar iscas para te pegar. Como Paulo, considere tudo como esterco (Fil. 3:8) e nenhum homem vai pecar e vender sua alma, pois ele conta estas coisas como esterco.

XI. Orientação – Mantenha-se em conversas celestiais, e então sua alma estará sempre na luz, assim como aos olhos de Deus; e ocupe-se com aqueles afazeres e deleites que o livram do prazer com as iscas do pecado.

XII. Orientação – Que seu trabalho diário seja ser um cristão vigilante; embora haja distração e um medo desencorajador, nutra a perseverança.

XIII. Orientação – Preste atenção no começo do pecado e suas primeiras abordagens. Oh quão grande diferença faz um pouco desse fogo aceso! E se você cair, levante rápido através de um profundo arrependimento, não importando o quanto isso pode te custar.

XIV. Orientação – Faça do seu único labor e regra diligente o entender a Palavra de Deus.

XV. Orientação – Em casos de dúvidas, não se aparte facilmente do julgamento unânime da maioria dos sábios e piedosos de todas as épocas.

XVI. Orientação – Não seja precipitado nem aja por emoções, mas proceda deliberadamente e prove bem todas as coisas antes de se firmar nelas.

XVII. Orientação – Esteja familiarizado com a sua temperatura corporal e em quê o pecado é mais inclinado a você, e também em que situação o pecado te deixa mais vulnerável, e nisso você deve ser mais rigoroso.

XVIII. Orientação – Mantenha sua vida em ordem santa, tal como Deus ordenou que você vivesse. Pois não há preservação para os retardatários que não se mantém no caminho, que abandonaram a ordem e o mandamento de Deus. E esta ordem está principalmente nestes pontos:
  1. Que você mantenha união com a universal igreja. Não esteja separado do corpo de Cristo sobre qualquer pretensão que seja. Esteja na igreja como um regenerado, mantendo a comunhão espiritual em fé, amor e santidade; como um congregado, mantendo a comunhão externa, na profissão de fé e na adoração. 
  2. Se vocês não são mestres, vivam sob seus fiéis pastores como obedientes discípulos de Cristo. 
  3. Que os mais piedosos, se possível, sejam seus amigos íntimos.
  4. Seja esforçado em algum chamado externo.


XIX. Orientação – Coloque todas as providências de Deus, quer a prosperidade ou adversidade, contra seus pecados. Se ele te der saúde e prosperidade, lembre-se que por meio disso Ele requer sua obediência e tem um chamado especial para você. Se Ele te afligir, lembre-se que pode ser algum pecado pelo qual Ele está ofendido; portanto, agarre isso como Seu remédio e veja que você não obstrua essa obra, mas seja diligente, pois isso pode purgar seu pecado.

XX. Orientação – Espere pacientemente em Cristo até que ele tenha realizado a cura, que não acabará até que essa árdua vida chegue ao fim. Persevere na assistência do Seu Espírito e dos Seus meios; pois Ele virá no tempo certo e não tardará. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós com a chuva serôdia que rega a terra” (Os. 6:3). Ainda que você diga: “Não há cura para nós” (Jer. 14:19) “Eu curarei sua infidelidade, eu de mim de mesmo os amarei” (Os. 14:4). “Mas para vós outros que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas” (Mal. 4:2) “e bem-aventurado todos os que nele esperam” (Is. 30:18).

Deste modo, eu dei algumas orientações que podem ser úteis para o ódio ao pecado, humilhação e libertação dele.

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quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Orientações para Odiar o Pecado (Parte 3)

Por Richard Baxter

Embora a principal parte da cura seja fazer com que a vontade odeie o pecado, e isso é feito descobrindo sua malignidade; eu ainda adicionarei mais algumas orientações para a parte prática, supondo que o que já foi dito tenha causado efeito.

I. Orientação – Quando você descobrir a sua enfermidade e perigo, se entregue a Cristo como o Salvador e médico de almas, e para o Espírito Santo como seu Santificador, lembrando que ele é suficiente e disposto a fazer o trabalho que Ele mesmo prometeu fazer. Não são vocês que devem salvar e santificar a vocês mesmos (a não ser que vocês façam isso através de Cristo). Mas aquele que assumiu fazê-lo, o faz para a sua glória.

II. Orientação – Você deve estar preparado a ser obediente em aplicar os remédios que Cristo prescreveu a você; e observando as Suas orientações para que haja cura. Não seja tímido ou fraco dizendo que é muito amargo e muito dolorido; mas confie em Seu amor e no Seu cuidado; pegue aquilo que Ele te prescreveu ou te deu e não adicione mais nada. Não diga: “É muito penoso, e eu não consigo”. Porque o que Ele te ordena é seguro, proveitoso, e necessário; e se você não consegue, tente então carregar sobre você sua enfermidade, morte e o fogo do inferno! São a humilhação, confissão, restituição, mortificação e a santa diligência piores que o inferno?

III. Orientação – Veja que você não tome parte com o pecado, nem dispute ou lute contra seu Médico, ou com qualquer coisa que lhe faça bem. Justificar o pecado, ir em direção a ele e subestimá-lo, lutar contra o Espírito e a consciência, ir contra os ministros e amigos piedosos, odiando a disciplina; estes não são os meios pelos quais você será curado e santificado.

IV. Orientação – Veja aquela malignidade em cada um dos seus pecados particulares, que você pode ver e dizer que é generalizada. É um grotesco engano de vocês mesmo, se você vai falar muito do mal do pecado e não ver nenhuma malignidade em seu orgulho, em seu mundanismo, paixões e perversidades, em sua malícia e severidade, em suas mentiras, maledicências, escândalos, ou pecando contra a consciência por comodidade e segurança mundana. Que contradição é um homem orar e agravar seu pecado, e quando ele é reprovado por isso, tentar se esquivar ou justificar-se. É como se ele fosse falar contra a traição e contra os inimigos do rei, mas porque os traidores são os seus amigos e parentes, irá proteger ou escondê-los e tomar parte com eles.

V. Orientação – Mantenha-se o mais longe que puder das tentações que alimentam e fortalecem o pecado que você dominaria. Ponha um cerco em seus pecados e os deixe morrer de fome afastando a comida e o combustível que o mantém vivo.

VI. Orientação – Viva no exercício das graças e deveres que são contrários ao pecado que você está mais em perigo. Pois a graça e o dever são contrários ao pecado, isso o mata e nos cura, como o fogo nos cura do frio ou como a saúde nos cura da doença.

VII. Orientação – Não seja enfraquecido ouvindo a incredulidade e a desconfiança, e não jogue fora os confortos de Deus, pois eles são sua força e podem te encorajar. Não é assustador, deprimente, nem desesperadamente desencorajador, estar apto a resistir ao pecado; mas o senso do amor de Deus e o senso de gratidão da graça recebida é um grande encorajamento (com temor cauteloso).

VIII. Orientação – Sempre suspeite do amor próprio carnal, fique atento a isso. Pois essa é a fortaleza onde o pecado se esconde, e é também o seu patrono; sempre pronto para te arrastar para o pecado e para justificá-lo. Nós somos sempre muito propensos a sermos parciais em nosso próprio caso; como no caso de Judá com Tamar e Davi quando Natã o reprovou em sua parábola; isso mostra nossas próprias paixões, nosso próprio orgulho, nossa própria censura, nossa própria maledicência, nossas relações prejudiciais, nossa negligência nos deveres; estas coisas para nós parecem pequenas, desculpáveis, senão justificáveis. Considerando que poderíamos ver facilmente a culpa disso tudo nos outros, especialmente em um inimigo, deveríamos estar ainda mais familiarizado conosco e deveríamos amar mais a nós mesmos e, portanto odiando mais ainda nossos próprios pecados.

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Orientações para Odiar o Pecado (Parte 2)

Por Richard Baxter 

VI. Orientação - Pense bem quão puros e doces deleites uma alma santa pode desfrutar de Deus em Sua santa adoração; e então você verá o que o pecado é, pois ele rouba-nos destes deleites e prefere uma luxúria carnal ao invés deles. Oh com quão grande felicidade poderíamos realizar cada dever, quão grandes frutos poderíamos produzir servindo nosso Senhor, e que deleites encontraríamos em Seu amor e aceitação, e como pensaríamos mais na bem-aventurança eterna, se não fosse o pecado; o qual afasta as almas dos portões dos céus, e as faz cair, como um suíno, no seu amado lamaçal.

VII. Orientação - Considere a vida que você deverá viver para sempre, se você for para o céu; e a vida que os santos vivem lá agora; e então não pense que o pecado, que é tão contrário a isso, não seja uma coisa tão vil e odiosa. Ou você viverá no céu, ou não. Se não, você não é um daqueles para quem eu falo. Se você for, você sabe que lá não há prática de pecado; não há mente mundana, orgulho, paixões, luxúria e prazeres carnais lá. Oh se você pudesse ver e ouvir apenas uma hora, como aqueles abençoados espíritos estão elevadamente amando e magnificando o glorioso Deus em pureza e em santidade, e quão longe eles estão do pecado, isso faria você repugnar o pecado e ver os pecadores num estado de extrema decadência como homens nus nadando em seus excrementos. Especialmente, pensar que vocês têm esperança de viver para sempre com aqueles santos espíritos; e, portanto o pecado será desgostoso para você.

VIII. Orientação - Olhe para o estado e tormento dos condenados, e pense bem na diferença entre anjos e demônios, e aí saberá o que é o pecado. Anjos são puros; demônios são sujos; santidade e pecado são extremos. Pecado habita no inferno, e santidade no céu. Lembre-se que toda tentação vem do diabo, para fazer você ser como ele; e toda santa disposição vem de Cristo, para fazer você como Ele. Lembre-se que quando você peca, você está aprendendo e imitando o diabo, e está até agora sendo como ele (João 8:44). E o fim de tudo isso é que você sinta também os sofrimentos dele. Se o inferno de fogo não é bom, então o pecado não é também.

IX. Orientação - Sempre veja o pecado como alguém que está pronto a morrer e considere como todo homem o julga no final. O que os homens no céu dizem a respeito do pecado? O que os homens no inferno dizem a respeito do pecado? E o que os homens à beira da morte dizem a respeito do pecado? E o que as almas convertidas e as consciências despertadas dizem? O pecado traz deleite e é algo que eles não temem como é agora? Eles o aplaudem? Irão alguns deles falar bem do pecado? Porém, todo mundo fala mal do pecado em geral agora, mesmo quando eles amam e cometem diversos atos; Você irá pecar quando estiver à beira da morte?

X. Orientação - Sempre veja o pecado e o julgamento juntos. Lembre-se que você terá que responder por isso diante de Deus, dos anjos, e de todo o mundo; e você o conhecerá melhor.

XI. Orientação - Olhe para a doença, pobreza, vergonha, desespero, podridão e morte na sepultura; e isso vai te ajudar um pouco a entender o que é o pecado. Estas são coisas que estão diante de ti e em seus sentimentos; você não precisa de fé para entendê-las. E por tais efeitos você poderá entender um pouco da sua causa.

XII. Orientação - Olhe para algumas pessoas santas e eminentes sobre a terra e para o louco, profano e maligno mundo. E a diferença vai te dizer em parte o que é o pecado. Não há afabilidade numa pessoa santa e irrepreensível, que vive em amor para com Deus e para com as pessoas, e na alegre esperança da vida eterna? Não é um abominável beberrão, promíscuo, blasfemador, malicioso, perseguidor, uma criatura muito repugnante e deformada? Não é uma visão muito miserável o estado ímpio, louco, confuso e ignorante deste mundo? Não é nisso tudo em que o pecado consiste?

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Orientações para Odiar o Pecado (Parte 1)

Por Richard Baxter 

I. Orientação - Se esforce tanto para conhecer a Deus quanto para ser afetado pelos Seus atributos. Viva sempre diante Dele. Ninguém pode conhecer o pecado perfeitamente porque ninguém pode conhecer Deus perfeitamente. Você não pode conhecer o pecado mais do que você conhece a Deus, contra quem o seu pecado é cometido; a malignidade formal do pecado é relativa, pois é contra a vontade e os atributos de Deus. O homem piedoso tem algum conhecimento da malignidade do pecado porque ele tem algum conhecimento do Deus que é ofendido pelo mesmo. O ímpio não tem um conhecimento prático e prevalente da malignidade do pecado porque eles não têm um conhecimento de Deus. Aqueles que temem a Deus temerão o pecado; aqueles que em seus corações são irreverentes e impertinentes para com Deus, serão, em seus corações e em suas vidas, a mesma coisa para com o pecado; o ateísta, que acha que não existe Deus, também acha que não há pecado contra Ele. Nada no mundo inteiro irá nos mostrar de maneira tão simples e poderosa a maldade do pecado, do que o conhecimento da grandeza, bondade, sabedoria, santidade, autoridade, justiça, verdade, e etc., de Deus. Portanto, o senso da Sua presença irá reviver em nós o senso da malignidade do pecado.

II. Orientação - Considere bem o ofício de Cristo, Seu sangue derramado e Sua vida santa. Seu ofício é expiar o pecado e destruí-lo. Seu sangue foi derramado por ele. Sua vida o condenou. Ame a Cristo e você odiará o que causou Sua morte. Ame-O e você irá amar ser feito à imagem Dele, e odiará aquilo que é tão contrário a Ele.

III. Orientação - Pense bem o quão santo é a obra e o ofício do Espírito Santo, e quão grande misericórdia isto é para nós. Irá o próprio Deus, a luz celestial, descer a um coração pecaminoso para iluminá-lo e purificá-lo? E ainda devo manter minha escuridão e corrupção, em oposição a essa maravilhosa misericórdia? Embora nem todo pecado contra o Espírito Santo seja uma blasfêmia imperdoável, tudo é ainda mais agravado por meio disso.

IV. Orientação - Considere e conheça o maravilhoso amor e a misericórdia de Deus, e pense no que ele tem feito por você e você odiará o pecado, e terá vergonha dele. É um agravamento do pecado até mesmo para a razão comum e a ingenuidade, que devemos ofender um Deus de infinita bondade que encheu nossas vidas de misericórdia. Você será afligido se você tem injustiçado um extraordinário amigo; seu amor e sua bondade virão aos seus pensamentos e você sentirá raiva de sua própria maldade. De um lado veja a grande lista das misericórdias de Deus pra você, para sua alma e seu corpo. Do outro, observe satanás, escondendo o amor de Deus de você, e tentando você debaixo de uma pretensa humildade de negar Sua grande e especial misericórdia; procurando destruir seu arrependimento e humilhação escondendo também o agravamento do seu pecado.

V. Orientação - Pense no propósito da existência da alma humana. Para que ela fora criada? Para amar, obedecer, e glorificar nosso Criador; e você verá o que é o pecado, pois ele perverte e anula esse propósito. Quão excelentemente grande e santa é a obra para o qual fomos criados e chamados para fazer! E deveríamos desonrar o templo de Deus? E servir ao diabo em sua imundície e tolice, quando deveríamos receber, servir, e glorificar nosso Criador?

terça-feira, janeiro 10, 2012

Você honra a Deus com seus estudos?

Por Alex Chediak
A faculdade representa um campo minado de tentação para o estudante cristão. É, frequentemente, a primeira vez que um jovem criado num lar piedoso está sob a influência direta e contínua tanto de professores com pautas seculares quanto de colegas com ambições imorais. Influências de caráter profano podem ser facilmente percebidas, mesmo em muitos colégios cristãos, onde a liberdade que a mamãe e o papai dão resulta em algumas experiências com o pecado, talvez manifestando seu estado de não convertido. 

Mas a faculdade também representa uma incrível oportunidade para um crescimento espiritual e intelectual sem igual. Como pode um cristão prosperar na faculdade, em vez de flertar com o pecado ou rejeitar sua fé?

1. Primeiro, por não negociar a moral cristã (Ef 5:3-11):

Amizades com alunos não-cristãos ou marginalmente cristãos precisam excluir a prática de atividades que claramente desagradam a Deus ou contaminam sua consciência.

2. Em segundo lugar, por amar a Deus com sua mente:

Procurando ser o melhor aluno que você pode ser, conforme a proporção do dom que te foi confiado, cultivando frutuosamente seus talentos dados por Deus nas habilidades que preparam você para a vocação com a qual você vai servir o Senhor depois de se formar. Nesse meio tempo, ser um estudante é uma vocação, e o trabalho de um aluno é intrinsecamente bom e um dom de Deus. Aplique-se nesta época de preparação.

3. Em terceiro lugar, buscando crescer em santidade:

Buscando crescer em santidade dentro de uma comunidade que te desafia a vigorosamente matar o pecado (Rm 6:12-14;. Hb 12:1-2), repudiar a infantilidade, e “esperar grandes coisas de Deus e tentar grandes coisas para Deus”(William Carey). Em suma, a faculdade deve ser uma rampa de lançamento para tudo o que acompanha a idade adulta de um cristão responsável.

Cristãos nas universidades seculares às vezes questionam a respeito de qual a extensão do que eles podem aprender de professores não-cristãos. Desejando não se conformar ao padrão deste mundo (Rm 12:2a), eles podem minimizar o valor dos acadêmicos, dando maior prioridade a relacionamentos cristãos e organizações de comunhão existentes no campus. Mas se Daniel e José são alguma indicação, é possível (e recomendável) se sobressair até mesmo em ambientes hostis (Dn 1:20; Gn 39:2). Porque a graça comum de Deus é distribuída a todos, professores não-cristãos têm uma riqueza de experiência em suas respectivas disciplinas. Preste atenção às suas aulas e assiduamente conclua suas tarefas. Aprenda com eles, mesmo enquanto você examina suas bases filosóficas. Na verdade, na medida em que você se destaca nas aulas deles, você vai ganhar não só o respeito deles, mas o respeito dos outros em seu campo de estudo.

Como um calouro de faculdade, eu tive aula de filosofia com um ateu. Depois de ficar com nota oito em meu primeiro exame, eu fui conversar com o professor. Eu lhe perguntei como eu poderia fazer melhor. Ele me ensinou a sintetizar perspectivas filosóficas e a expressar uma opinião oposta antes de oferecer uma refutação, de forma sucinta e imparcial. Seu conselho me fez um melhor pensador, debatedor e escritor até este dia.

Colegas não-cristãos também te permitem a oportunidade de praticar a tolerância cristã verdadeira. A tolerância sentimental dos nossos dias sugere que a harmonia relacional exige que a verdade seja relativa: “o que é verdade para mim não precisa ser verdade para você – só assim podemos nos dar bem”. Mas a tolerância bíblica envolve tratar os outros com caridade e respeito, mesmo quando acreditamos que eles estão errados. A verdade permanece objetiva, absoluta, e externa a nós. Nós podemos compartilhar as refeições, praticar esportes e estudar com os não-cristãos, honrando-os e sendo abençoados pela imago Dei neles, enquanto (conforme a oportunidade permitir) vigorosamente refutamos crenças não-cristãs (do materialismo à espiritualidade amorfa) e agradavelmente apresentamos argumentos para a fé cristã.

A competição acadêmica da faculdade coloca em exposição a parábola dos talentos (Mt 25:14-30), que pode ser uma fonte de ansiedade indevida para muitos. Alguns aparentemente têm cinco talentos, outros têm dois, outros têm um. Joe só tira dez em cálculo e física, fazendo pouco esforço, enquanto Jason se esforça ao máximo para conseguir nove. Injusto? Não, pois ninguém tem nada que não tenha recebido (1Co 4:7), e todos os talentos que recebemos são para serem proveitosamente cultivados para o serviço de Deus e do próximo. Além disso, os nossos diferentes níveis de dons nos ajudam a discernir nossa vocação. Ir mal em engenharia pode ser o meio usado por Deus para levá-lo a uma carreira frutífera em contabilidade e negócios. Trabalhamos coram Deo, não para o homem (Cl 3:23; 1Co 10:31), então estamos livres para nos regozijarmos que Deus dá dons aos outros de maneiras diferentes e, por vezes, maiores do que Ele nos deu. Amar é parar de olhar para cima com inveja ou olhar para baixo orgulhosamente. Além disso, aprender com os melhores alunos e ajudar os que têm mais dificuldades é tanto uma maneira de honrá-los quanto um meio de melhorar a sua própria competência.

4. Por fim, lute arduamente para obter uma visão piedosa de recreação:

Alguma recreação é essencial. Mas, para evitar seu abuso, ela deve ser intencional, limitada, e restauradora. A atitude que levamos para uma recreação deve ser a gratidão de alguém que depende de Deus – um reconhecimento de que podemos descansar de nosso trabalho, porque somente Deus é infinito (Sl 121:4-8). Em repouso nós humildemente abraçamos a nossa finitude. Mas, igualmente importante: o significado que damos ao lazer deve incluir a gratidão pela dádiva de Deus do trabalho – até mesmo o trabalho preparatório da faculdade.

Amigo, que sua experiência de faculdade possa realmente lançá-lo em uma idade adulta completamente cercada e dominada por Deus.
Tradução: Arielle Pedrosa