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sexta-feira, janeiro 10, 2014

As Mulheres Devem Servir como Pastores?

Por Dorothy Kelley Patterson
Publicado pelo Centro de Pesquisas Teológicas
www.BaptistTheology.org

© Direitos Autorais 2006, Dorothy Kelley Patterson



O Modelo Bíblico


3 Quero porém, que saibais que Cristo é a cabeça de todo homem, o homem a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo. 4 Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta desonra a sua cabeça. 5 Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua cabeça, porque é a mesma coisa como se estivesse rapada. 6 Portanto, se a mulher não se cobre com véu, tosquie-se também; se, porém, para a mulher é vergonhoso ser tosquiada ou rapada, cubra-se com véu. 7 Pois o homem, na verdade, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus; mas a mulher é a glória do homem. 8 Porque o homem não proveio da mulher, mas a mulher do homem; 9 nem foi o homem criado por causa da mulher, mas sim, a mulher por causa do homem. 10 Portanto, a mulher deve trazer sobre a cabeça um sinal de submissão, por causa dos anjos. 11 Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher (1 Corintios 11:3-11).

Nesta passagem, o apóstolo Paulo demonstra que a posição relativa entre os homens e as mulheres é semelhante à estrutura hierárquica dentro da Divindade: “Cristo é a cabeça de todo homem, o homem a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo” (v. 3) . O Pai planejou a nossa redenção, o Filho executou o plano, e o Espírito revelou esse plano para nós. O lar é a metáfora primária utilizada para descrever a relação entre Cristo e sua Igreja, e não se pode separar o lar cristão e a igreja na ordem divina porque os princípios básicos são os mesmos.

Complementarianismo —aqueles que aceitam tanto as diferenças de igualdade e de benefícios entre homens e mulheres sustentam que o homem e a mulher foram criados iguais à imagem de Deus (Gn 1:27-28); eles são iguais em sua posição em Cristo (Gl 3:28 ); e eles são igualmente responsáveis perante Deus (1 Pe 3:7). No entanto, se a igualdade de personalidade e posição em Cristo mandatos uniformidade eo apagamento das diferenças na função e papel para os crentes, então as relações dentro do Trindade da Divindade pode tornar-se enganosa ou errônea.

Continue a leitura com o arquivo em PDF - Download (clique).

terça-feira, novembro 26, 2013

A Soma de Todos os Medos

Por Joelson dos Santos

"Pela fé Moisés, logo ao nascer, foi escondido por seus pais durante três meses, porque viram que o menino era formoso; e não temeram o decreto do rei." Hb 11:23

Tenho uma atração especial quando o assunto é filhos. Não que eu seja um expert no assunto, muito longe disso, mas quando alguém fala ou prega sobre isto minha atenção é atraída facilmente. É muito fácil para mim reviver sentimentos, histórias e experiências à medida em que o assunto é tratado.

Um dos mais comentados exemplos de fé é justamente o de um pai, Abraão, que sendo obediente a ordem de Deus, foi sacrificar seu único filho Isaque "porque considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos, de onde também, figuradamente, o recobrou." Hb 11:19.

Às vezes penso que nossa cultura está tão distante deste conceito de sacrifício que faz com que tenhamos dificuldade de compreender a profundidade e os diversos aspectos que envolveram este momento da vida de Abraão.

Entretanto, nossa cultura atual conhece muito bem o conceito de medo. Somos bombardeados diariamente com notícias e informações que alimentam, estimulam e induzem nosso medo. E quando se trata de filhos, parece que tudo isso se potencializa - os medos se somam e trazem angústia.

Me lembro claramente do dia em que minha filha, ainda pequena, chegou da escola com uma bela marca de mordida na bochecha. É difícil precisar quantos dias eu demorei para deixar de sentir aquele sentimento amargo com aquilo que havia acontecido. Mas as coisas que vemos hoje nas escolas vão além de "simples mordidas." Todos ouvimos, espantados, a notícia de que um rapaz foi assassinado em uma festa na UNICAMP. Hoje, o simples fato de seu filho não atender o celular já é suficiente para que a “luzinha do medo” comece a piscar.

Quando Moisés nasceu, existia um decreto de Faraó para que todos os meninos que nascessem do povo hebreu fossem mortos (jogados no rio - Êx 1:22). O texto de Hebreus 11:23 nos diz que, pela fé, seus pais Anrão e Joquebede (Êx 6:20) o esconderam por 3 meses. Mas o que mais me chama a atenção neste texto é: "e não temeram o decreto do rei". Como, assim, não tiveram medo do decreto? Como eles conseguiram não temer algo que decretava a morte de seu filho? Nota-se, neste momento, que meu nome não estaria na lista dos heróis da fé...

Fiquei vários dias pensando nesta frase "e não temeram o decreto do rei". Encontrei tantos "decretos" e “reis” que meu coração de pai teme: uma política de segurança pública falha e corrupta; exigências cada vez maiores para o ingresso no mercado de trabalho; a proibição do castigo físico em crianças que se tornarão adultos problemáticos com os quais meus filhos e netos terão que conviver, o “simples” assédio de pessoas do mundo com más intenções… E a lista parece não ter fim.

Hebreus 11 possui um trecho de 7 versículos para falar sobre as grandes maravilhas que Moisés realizou por meio da fé. Mas o primeiro versículo deste trecho, justamente o texto base desta reflexão, trata do início de tudo: a fé de seus pais. Através dela sua vida foi salva e ele pôde ser usado grandemente nas mãos de Deus. Seus pais não temeram nenhuma outra coisa, a não ser o SENHOR.

Provérbios 14:26 nos diz que "No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos."

Minha oração é que nosso coração não tema outra coisa senão o SENHOR. Seja como pai, seja como mãe, seja como filho ou filha, marido ou esposa, ou qualquer outro papel que venhamos a ter. Que Deus nos abençoe.

terça-feira, novembro 05, 2013

Amor e Respeito: o ciclo recompensador (Parte 6)

Este é o sexto vídeo apresentado durante o Retiro dos Casais da IBCU em 2008, compartilhando as matérias desenvolvidas por Dr. Emerson Eggerich. Este vídeo apresenta as promessas poderosas e positivas para nos encorajar a viver pela fé e experimentar o poder de Deus em nossos casamentos.


Por Mark Ellis

segunda-feira, novembro 04, 2013

Amor e Respeito: o ciclo da graça (Parte 5)

Este é o quinto vídeo apresentado durante o Retiro dos Casais da IBCU em 2008. Ele apresenta como Deus quer restaurar seu relacionamento com Ele, para que você tenha as forças para proteger e crescer seu casamento.



Por Mark Ellis

domingo, novembro 03, 2013

Amor e Respeito (Parte 4)

Diane Ellis apresenta CASADA, as seis maneiras que os homens dizem que são mais importantes para as esposas comunicarem respeito para com seus maridos. Este é o quarto vídeo apresentando as matérias desenvolvidas por Dr. Emerson Eggerich, que explicam a importância de amor e respeito dentro do casamento.


sexta-feira, novembro 01, 2013

Amor e Respeito (Parte 2)

Segundo vídeo do encontro de casais "Amor e Respeito", realizado pela Igreja Batista Cidade Universitária.



Por Mark Ellis

quinta-feira, outubro 31, 2013

Amor e Respeito

Primeiro vídeo do encontro de casais "Amor e Respeito", realizado pela Igreja Batista Cidade Universitária.


Por Mark Ellis


Veja os outros vídeos do encontro em ibcu.org.br (procure por Encontro de Casais: Amor e Respeito - Mark Ellis)

domingo, outubro 27, 2013

O labirinto para Jonas no grande peixe

Como é bom contarmos com bons materiais que no ajudam a ilustrar e conduzir as crianças à Palavra Sagrada.

Abaixo, um desenho que usarei para conversar com meu filho sobre a narrativa de Jonas. Faremos juntos o exercício depois que eu ler o capítulo 2 de Jonas, numa paráfrase que eu escrevi.


Clique na figura para ser redirecionado ao site original (arquivo em PDF).

sexta-feira, setembro 06, 2013

Morar junto com a namorada minimiza as chances de um divórcio?

Por T. Zambelli



Tenho certeza que todos que leram a pergunta deste post, interessaram-se por saber a resposta. Mas deixe-me questioná-lo: você realmente acreditaria numa resposta sem antes compreender como ela foi alcançada?

É notório que muitos jovens acreditam e "argumentam que morar junto com a namorada ou namorado antes de se casar aumenta a probabilidade de acertar na escolha do cônjuge. Ajuda o par a descobrir se é compatível antes de dar o salto final. é uma forma de averiguar se a outra pessoa é capaz de mantê-lo interessado, se a atração é forte o suficiente."[1]

Deixe-me então lhes dar a resposta. Segundo pesquisa feita nos EUA, país que influencia pomposamente a cultura brasileira, pelo National Marriage Project (Projeto Nacional de Casamento), em 2002, "há indícios consideráveis de que os casais que moram juntos antes do casamento apresentam maior probabilidade de se separar depois do casamento. [2] 

"Não há um consenso para explicar o porquê disso. Para alguns, a experiência de coabitação ensina maus hábitos que são prejudiciais depois do casamento. Outros teorizam que os indivíduos que optam por morar juntos antes do casamento apresentam características diferentes dos indivíduos que não o fazem e, portanto, são essas as características, e não a coabitação em si, que causam o rompimento da união mais adiante. (...) Não obstante as causas, o desejo e a escolha de morar juntos diminuem a probabilidade de um futuro casamento sólido."[3]

Sugiro a todo que leiam The State of Our Unions: 2002 - Why men won't commit, artigo em PDF e em inglês, para, inclusive, compreensão de outros assuntos que envolvem o tema casamento.

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[1] Timothy Keller. O significado do casamento. Vida Nova, 2012, p.28.
[2] David Popenoe & Barbara Dafoe Whitehead, The State of Our Unions: 2002 - Why men won't commit. Acesse em National Marriage Project, p.23.
[3] Timothy Keller. O significado do casamento. Vida Nova, 2012, p.28-29, nota de rodapé.

quinta-feira, agosto 29, 2013

Um casamento que glorifica a Deus

Por Ivis Fernandes

Existem certas coisas neste mundo que não podem ser vistas, mas que podem ser ilustradas ou demonstradas de alguma forma:
  • Eletricidade : você não pode vê-la, mas experimente colocar o dedo na tomada e perceberá que ela realmente existe;
  • Oxigênio : tente prender a respiração por apenas cinco minutos e verá não só que o oxigênio existe, mas que você precisa dele para viver;
  • Gravidade : jogue uma agulha de cima de um prédio e ela cairá (não tente pular do prédio, pois as consequências podem ser ruins).
 A Palavra de Deus nos mostra que existem certos aspectos da vida cristã que também não podem ser vistos, mas que podem ser demonstrados. E a relação entre Cristo e a Igreja é uma delas!

Efésios 5.22-33:
22 - Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor, 23-pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. 24-Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos. 25-Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela 26-para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, 27-e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. 28-Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo. 29-Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, 30-pois somos membros do seu corpo. 31-"Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne." 32-"Este é um mistério profundo; refiro-me, porém, a Cristo e à igreja." 33-Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito.

Deus deseja ilustrar no casamento uma relação única que existe entre Cristo e a Igreja. Nenhum outro tipo de relacionamento representa tão intimamente esta união. Nem mesmo o amor entre mãe e filho é tão íntimo quanto o casamento, pois apenas marido e mulher formam “uma só carne”. Portanto, se os casados querem cumprir seu propósito neste mundo de glorificar a Deus com suas vidas, precisam ter um casamento que reflita a união entre Cristo e a Igreja. Tanto o marido como a esposa têm a sua participação nisso, embora de formas diferentes.

1. As esposas glorificam a Deus refletindo a submissão da Igreja à Cristo (vv. 22-24).

22- Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor,

Quando o texto bíblico acrescenta a expressão “como ao Senhor”, está colocando um padrão altíssimo para a mulher. Ela deve ser submissa ao marido da mesma forma em que deve estar debaixo da autoridade do próprio Cristo.

Este tipo de submissão não é devida apenas ao marido. Todas as pessoas devem ser submissas a todas as autoridades, pois a Bíblia afirma que toda autoridade procede de Deus. É Ele quem concede autoridade ao presidente, aos governadores, aos juízes, ao seu patrão, etc. Por isso, aqueles que têm problemas em se submeter a elas, demonstram ter problemas em se submeter à autoridade do próprio Deus.

Por outro lado, a mulher que se submete ao marido demonstra ter um coração submisso ao próprio Cristo, e, neste sentido, sua vida manifesta o tipo de submissão que a Igreja deve ao Senhor. Deus é glorificado por isso, pois Sua autoridade é exaltada por mulheres que voluntariamente se sujeitam ao marido por reconhecerem, por detrás dele, a autoridade que vem do próprio Deus.

Em seguida, Paulo mostra porque a submissão da mulher ao marido é algo tão importante: porque representa a submissão que a própria Igreja deve a Cristo.

23-pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. 24-Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.

Ser submissa não significa ser inferior ao homem, ou que a mulher tem menos valor dentro da família, mas sim que, dentro do lar, o marido foi colocado por Deus como sendo a autoridade final. E podemos perceber que submissão não é sinônimo de ser inferior dentro da Trindade. Temos três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Os três são igualmente Deus, mas, no entanto, existe uma hierarquia de autoridade entre Eles, na qual o Pai está acima. O fato de Jesus estar abaixo nesta hierarquia não significa que Ele é menos Deus, ou menos importante.

Todos os seres humanos são iguais perante a lei. Não existe alguém que tenha mais valor do que outro. No entanto, existe diferença de autoridade entre as pessoas. Um juiz, como pessoa, possui o mesmo valor do que eu, mas por causa de sua função, ele tem autoridade sobre mim, e eu devo me submeter a ele.

Diante disso, podemos chegar às seguintes conclusões práticas:
  1. Depois que o marido tomar uma decisão final (após uma conversa com a esposa), a esposa deve acatar a decisão sem crítica negativa ou rebeldia.
  2. A mulher não deve tentar mandar no marido de forma indireta, através de chantagem emocional (lágrimas) e usando o sexo como arma.
  3. É sábio que o marido tome as decisões junto com a esposa. Porém, em caso de divergência, a decisão final é do marido;
  4. Mulheres, consultem seus maridos antes de tomar uma decisão;
  5. Evite criticar de maneira errada as decisões do marido;
  6. Fale para seu marido aquilo que você espera dele como líder, não espere que ele adivinhe sua vontade;
  7. Não se rebele diante das decisões de seu marido, a menos que tenha um motivo bíblico, que vai contra o caráter de Deus.

2. Os maridos glorificam a Deus refletindo o amor de Cristo pela Igreja (vv. 25-33).

25-Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela.

O texto bíblico nos mostra que o padrão de Deus para os maridos também é altíssimo. Eles devem amar suas esposas da mesma forma que Jesus amou a Igreja. E o amor de Cristo se manifestou por nós especialmente através de Seu sacrifício na cruz em nosso favor.

A Bíblia nos mostra que o sacrifício de Jesus pela igreja teve um objetivo. Ele foi feito com o propósito de santificá-la, para aperfeiçoá-la.

26-para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, 27-e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. No verso 28, Paulo diz: Assim também os maridos devem amar a sua mulher. Isso significa que, de certa forma, Deus espera que o amor dos maridos se manifeste em sacrifício que produza crescimento e santificação na vida das esposas. Os maridos são, portanto, como pastores de suas esposas.

O sacrifício que Deus espera dos maridos em relação às suas esposas não é de qualquer natureza. Existem maridos que se sacrificam no trabalho para dar boas condições financeiras para a esposa. Existem aqueles que se empenham em satisfazer a esposa emocionalmente, socialmente ou sexualmente. Porém, a Bíblia ordena que os maridos cuidem de suas esposas espiritualmente. O sacrifício, de acordo com o texto, é para produzir santificação.

Maridos, não vale a pena conquistar o mundo (negócios) e perder a sua esposa e família. Dedique tempo à sua esposa. Não precisa ser horas do seu dia, mas planeje-se para sempre ter tempo para ela.

  • Proporcione tempo para que sua esposa busque a Deus;
  • Lidere espiritualmente o seu lar (orações, conversas, culto doméstico, etc);
Veja algumas sugestões práticas:
  1. Tempo de sofá: Pode ser apenas quinze a vinte minutos do seu dia para se sentar com sua esposa e perguntar como foi o dia dela e ouvi-la.
  2. Tempo devocional: o marido também é o líder espiritual da família. Separe um tempo para orar e ler a Bíblia com sua esposa para que vocês possam crescer juntos.
Assim como Cristo ama a Igreja, que é o Seu corpo, nós devemos amar nossa esposa, pois ela é o nosso corpo. A Bíblia diz que quando nos casamos ocorre a união mais profunda entre dois seres humanos: os dois se tornam uma só carne. Também ensina que já não temos mais poder sobre o nosso corpo, pois ele pertence ao nosso cônjuge (1 Coríntios 7.4). Por isso, ao amar sua esposa, na verdade, estará amando a si mesmo:

Ef 5.28-32: Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo. Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo. "Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne." "Este é um mistério profundo; refiro-me, porém, a Cristo e à igreja."

Ao fazer isso, estamos manifestando o amor que Cristo tem pela Igreja. A relação entre as duas coisas é tão íntima que Paulo começa o verso 31 falando do casamento e no 32 afirma estar se referindo, na verdade, a Cristo e à igreja. E a conclusão, em seguida é:

33-Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito.

O seu casamento está sendo uma ilustração fiel do relacionamento entre Cristo e a igreja? Para que seja assim, é preciso investir no relacionamento. É preciso conversar, buscar a Deus (separados e juntos), orar, e praticar os princípios bíblicos. 

Que a glória do Deus invisível se torne visível às pessoas por meio do seu casamento!

domingo, agosto 11, 2013

As últimas palavras de um pai em seu leito de morte (1Rs 2.3-9)

Por T. Zambelli
Baseado no estudo, nas palavras e expressões de Paul Tripp (David's Dying Words)



Pense por um momento: se você estivesse em seu leito de morte, com seu(s) filho(s) em pé ao seu redor, o que você diria?
  • “Filho, eu me esforcei ao máximo para ser um bom pai. Perdoe-me pelo o que eu não consegui fazer por você.”
  • “Filho, não se case com Joana.”
  • “Filho, a senha do meu e-mail é ‘Jesus!’”
  • “Filho, aqui está a chave do meu carro.”
  • “Filho, a mamãe ainda não sabe, mas você tem outra família...”
Seguramente este é um momento singular e é bem provável que até hoje você nunca tivesse pensado nisso. Na Bíblia, o escritor do livro de Reis nos conta a história do caso de Davi. Vejamos o que ele disse a Salomão em seu leito de morte (1Rs 2.3-9).

1. Força e masculinidade
Seja forte e seja homem (v.2).

Primeiramente, deixe-me dizer o que Davi não está dizendo: “Mostre a todos que ninguém levanta mais peso do que você, fale grosso, beba e não caia, deixe a barba crescer, intimide as pessoas com sua presença.” A definição de Davi para força e masculinidade não tem a ver com a figura de um “macho-man.”

Davi conhecia a correta perspectiva sobre ser um homem, um homem forte. Foi ele quem disse o Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, e dele recebo ajuda (Sl 28.7 – grifo meu). Davi reconhecia que a força de um homem tem total relação com Deus.

Mas Davi não era alguém simplesmente informado sobre a teologia da força. Ele verdadeiramente viveu o que conhecia: O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos desse filisteu (1Sm 17.37 – grifo meu).

Davi queria que seu filho Salomão, o novo rei de Israel, tivesse certeza de onde encontrar a verdadeira força e masculinidade: em Deus.

2. Obedeça os preceitos de Deus
Obedeça ao que o Senhor, o seu Deus, exige: Ande nos seus caminhos e obedeça aos seus decretos, aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus testemunhos, conforme se acham escritos na Lei de Moisés (v.3).

E para encontrar e entender essa força e masculinidade era preciso Salomão se atentar à aliança de Deus. Paul House escreveu: “De acordo com Davi, Salomão somente seria forte e um homem se ele preservasse a aliança mosaica. Ele devia se empenhar para obedecer o que Deus exige. Essa obediência dos padrões de Deus deveria amadurecer para um estilo de vida, um andar nos caminhos do Senhor. Como alguém alcança este estilo de vida? Absorvendo os vários elementos da Lei de Moisés.”[1]

Semelhantemente, Constable disse: “Salomão foi encorajado em ser forte e manter a Palavra do Senhor. Ele devia se portar como um homem ao ser valente, em defender o que era certo e se colocar contra o que era errado. Ele devia observar o que o Senhor exigia no sentido de obediência a Yahweh.”[2]

Salomão foi chamado por Deus para ser Rei de Israel. Como cabeça da nação divinamente escolhida, a melhor escolha era conhecer Aquele que o chamara e como desenvolver o serviço que lhe era devido.

E você, qual o seu chamado/vocação? Prefeito? Pedreiro? Político? Padeiro? Pedicure? Pizzaiolo? Policial? Preparador físico? Produtor rural? Professor? Pastor? Psicólogo? Dentre todas essas opções que eu creio ser também pessoal, Deus nos chamou soberanamente para sermos seus filhos[3] e, como tal, temos obrigações a cumprir com Ele. Como seremos fortes se não conhecermos a origem da força? Se não nos conhecermos segundo Aquele que nos criou? Para cumprir bem o nosso papel de filho de Deus, precisamos nos atentar e guardar o que Ele propõe (e já propôs).

3. Observe a recompensa
assim você prosperará em tudo o que fizer e por onde quer que for... (v.3).

Davi era um pai que conhecia os resultados de pisar fora dos caminhos do Senhor. Apesar do perdão de Deus, Davi colheu frutos amargos pelas equivocadas escolhas.[4] Seu desejo, como de todo pai piedoso, era que seu filho não experimentasse destes mesmos frutos, ao contrário, que Salomão persistisse nas recompensas da obediência, de guardar as exigências, os decretos, os mandamentos, as ordenanças e os testemunhos que constam nas Escrituras.[5]

Davi não somente conhecia os frutos amargos, mas os doces, frutos que Deus nos dá em recompensa pela nossa obediência. Sim, Deus também nos dá conforme andamos de acordo com Sua vontade.[6] Mas atenção e não confunda, a correta perspectiva de felicidade, de prosperidade para Deus, é totalmente diferente da perspectiva humana e carnal. Foi Deus, como Criador, que definiu os verdadeiros parâmetros da alegria. Fora de Deus ninguém poderá ser genuinamente próspero. Ser feliz é possível quando reconhecemos que Deus é tanto o caminho quanto o fim deste objetivo. Reflita: ser perseguido, insultado e caluniado por causa de Cristo é característica de alguém feliz para você? Seguramente é para o Messias (veja Mt 5, o sermão do monte).

Nunca negligencie o conhecimento das Escrituras. Ele é a base para discernirmos a vontade de Deus que, a rigor, nos mostra que o caminho da satisfação humana, aquele pleno prazer, tem Deus como meio e fim de uma busca. Deus é o alvo, mas também o meio para acertarmos este alvo: eis a orientação de Davi para Salomão.

Persista em buscar as recompensas de Deus. Foi proposta dEle o processo meritório de felicidade. Ao buscarmos o alvo correto pelos meios corretos, garantias de bênçãos são dadas pelo justo e benevolente soberano Senhor.

4. Viva para além de si mesmo
e o Senhor manterá a promessa que me fez: ‘Se os seus descendentes cuidarem de sua conduta, e se me seguirem fielmente de todo o coração e de toda a alma, você jamais ficará sem descendente no trono de Israel’ (v.4).

É muito difícil vivermos uma vida além de nós mesmos. Pessoalmente, todos os dias penso muito em mim mesmo, nas minhas necessidades, nos meus sentimentos, nos meus planos.

Imagino e creio que não sou o único que acorda de manhã e não pensa imediatamente nos grandes propósitos do Reino de Deus. Foco minhas orações nos MEUS afazeres, nos MEUS compromissos e na MINHA obediência e dependência de Deus. Mas Davi quer que seu filho Salomão perceba que ele precisava viver além de si mesmo, observando, em especial, a conduta de seus filhos e filhos de seus filhos.

Estou convencido que filhos de crentes não nascem crentes. No entanto, homens piedosos são abençoados por Deus, que converte seus corações e mudam seus paradigmas sobre Jesus (arrependem-se) tornando-se filhos do mesmo Pai. Note bem, homens PIEDOSOS! Isso significa homens que reconhecem a mão do Senhor em suas histórias, que praticam, começando em suas famílias, o discipulado.

Em suma e numa paráfrase, eu diria que Davi falou: “Salomão, Deus está de olho em você e toda sua prole. Não se esqueça de suas responsabilidades para com eles, fundamentada na responsabilidade que você tem com Ele.”

5. Discirna o mal e o bem e aja sabiamente
"Você sabe muito bem o que Joabe, filho de Zeruia, me fez; o que fez com os dois comandantes dos exércitos de Israel, Abner, filho de Ner, e Amasa, filho de Jéter. Ele os matou, derramando sangue em tempos de paz; agiu como se estivesse em guerra, e com aquele sangue manchou o seu cinto e as suas sandálias. Proceda com a sabedoria que você tem, e não o deixe envelhecer e descer em paz à sepultura. "Mas seja bondoso com os filhos de Barzilai, de Gileade, admita-os entre os que comem à mesa com você, pois eles me apoiaram quando fugi do seu irmão Absalão. "Saiba que também está com você Simei, filho de Gera, o benjamita de Baurim. Ele lançou terríveis maldições contra mim no dia em que fui a Maanaim. Mas depois desceu ao meu encontro no Jordão e lhe prometi jurando pelo Senhor que não o mataria à espada. Mas, agora, não o considere inocente. Você é um homem sábio e saberá o que fazer com ele; apesar de ele já ser idoso, faça-o descer ensanguentado à sepultura". (vv.5-9)

Acredito serem desnecessários os esforços de teólogos e pregadores para minimizar o teor de vingança apresentado no texto. Evidentemente, equilibrar perfeitamente a satisfação de vingança e recompensa e os reais perigos à dinastia apresentados por Davi parece impossível. No entanto, a orientação do pai Davi a seu filho Salomão não tinha como foco reconhecer esta harmonia, mas, nas palavras de Paul Tripp:

“Eu resumiria a quinta orientação de Davi a Salomão assim: lide definitivamente com o que é mau e seja rápido para premiar o que é bom. Joabe era um homem sedicioso e um assassino; o mal precisava ser tratado. Simei era um homem que tinha amaldiçoado Davi; isso precisava ser tratado. Davi está dizendo a Salomão: ‘Não se relacione com estes do mal. Não deixe que esse mal comece a infectar o seu reinado. Não dê abertura para ser influenciado no conselho desses homens. Esse mal precisa ser tratado, e de forma definitiva’”.[7]

Ainda que as orientações fossem desejos reais do rei Salomão em seu leito de morte, o agir cabia exclusivamente ao sucessor do trono, Salomão. Era ele quem deveria prezar e avaliar as palavras de seu pai e proceder segundo seu juízo. O próprio pai reconhecia ser seu filho capaz desta avaliação: Proceda com a sabedoria que você tem (…) Você é um homem sábio e saberá o que fazer com ele.

Ensinar a discernir entre o certo e o errado é primariamente uma tarefa dos pais. Conhecimento das Escrituras é sempre necessário e felicidade é o resultado de uma boa decisão: Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores! (Sl 1.1 NVI- grifo meu.)

Conclusão

Quando este fato histórico ocorreu, Davi tinha 40 anos de experiência como rei. Apesar do famigerado rei não ter sido apresentado nas Escrituras como exemplo de pai (cf. 1Rs 1.6), suas palavras revelam genuínos desejos de sucesso para seu filho. Todavia, um sucesso que fama, poder e beleza não serviam para ressaltar a vida de um homem, mas as obras de um soberano Deus, cujos poderes de salvação e perdão deram eterna alegria a Davi. Paulo, citando Davi, escreveu: "Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados. Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa". (Rm 4.6-8 NVI).

Continuo orando para que todo pai conduza seu(s) filho(s) às verdades de Deus, em especial, na pessoa e obra de Jesus Cristo, o Evangelho da salvação.



[1] House, P. R. (1995). 1, 2 Kings. The New American Commentary (Vol. 8, p. 96). Nashville: Broadman & Holman Publishers.
[2] Constable, T. L. (1985). 1 Kings. (J. F. Walvoord & R. B. Zuck, Eds.)The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures (Vol. 1, p. 491). Wheaton, IL: Victor Books.
[3] Segundo João 1.12, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.
[4] Adultério e assassinato, como os mais conhecidos.
[5] Note a ênfase de onde encontrar conhecimento a respeito de Deus e a suficiência disso para vida do adorador: na Lei de Moisés, ou seja, a Bíblia daquele tempo.
[6] O que não podemos confundir é que a igreja não está debaixo do mesmo sistema de bênçãos e maldição que Israel.
[7] TRIPP, Paul. David’s diyng words. http://paultripp.com/wednesdays-word. Recebido por e-mail no dia 07/08/2013.

sexta-feira, abril 26, 2013

Família! Crise ou Batalha?

Por Oswaldo Carreiro

São cada vez mais frequentes os relatos de casamentos desfeitos, lares destruídos e famílias em conflito. Os problemas e sintomas são muitos:
  • Aumento de divórcio em larga escala;
  • Envolvimento precoce dos filhos com vícios;
  • Celebração cada vez maior do adultério;
  • Promoção e aceitação de novos modelos de casamento e família;
  • Mais e mais crianças criadas por apenas um dos cônjuges;
  • 75% de aumento no consumo de antidepressivos entre crianças e adolescentes na faixa dos seis aos dezesseis anos.

Como filhos de Deus e privilegiados membros de Sua família não podemos estar indiferentes a essa situação e nem ignorantes quanto à necessidade de investimento para capacitação e fortalecimento das nossas famílias, especialmente para que satisfaçam as expectativas e propósitos para os quais Deus a estabeleceu, sobretudo visando a Sua glória.

Mas, uma grande ameaça à família, muitas vezes ignorada, é considerá-la apenas no contexto da crise atual, sem levar em conta o conflito cósmico perene em que está envolvida e que, portanto, exige uma perspectiva espiritual e o revestimento dos recursos que Deus nos dá para a batalha que está sendo travada. Sim, estamos numa batalha e devemos considerar que sendo o casamento uma instituição divina, é de se esperar que Satanás, o deus deste século e que procura privar Deus de Sua glória, ataque o casamento e a família. Leia Efésios 6.10-20 e perceba que a mensagem sobre essa batalha espiritual é precedida de várias instruções sobre o casamento (5.21-33) e sobre a educação de filhos (6.1-4). Note, também, que nos primeiros capítulos desse livro Paulo descreve as bênçãos espirituais que temos em Cristo (1.3-14) pelo fato de termos recebido uma nova vida Nele (2/1-10) e agora, como novas criaturas, sermos revestidos, juntamente com outros irmãos, da nova natureza, segundo Deus (2.11-22; 4.1-16). Leve a sério isto! A batalha espiritual faz parte da vida de casado e da educação dos filhos. Paulo lembra seus leitores que “não é contra pessoas de carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra principados e poderios, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestiais.”(6.12).

Como devemos lutar nessa guerra espiritual na qual estamos envolvidos? Considere seriamente estes três passos indispensáveis: Primeiro, tenha consciência de que há uma batalha. Em segundo lugar, conheça o inimigo, sua artimanhas, ciladas, armas. Conheça o que a Bíblia diz sobre Satanás. Terceiro, revista-se de toda a armadura de Deus. Trave a batalha com as armas que Deus lhe dá. (Ef 6.10-18).

Lembre-se que o foco principal é que em tudo, Deus seja glorificado através da sua vida e da sua família!

Fonte: IBCU

sábado, abril 20, 2013

5 sábias respostas de um jovem para mulheres solteiras

Bethany Baird recentemente entrevistou um rapaz que está se esforçando para honrar a Deus com sua vida. Ela se sentiu desafiada e encorajada por suas respostas, então, publicou no site Lies Young Woman Believe (Mentiras que Jovens Mulheres Acreditam). Apesar do título neste post dizer "para mulheres", o conteúdo é igualmente bom para os homens solteiros.

1. Quais são algumas das mais importantes qualidades que você procura em spara sua futura esposa?

2. Que dica você daria para uma jovem solteira que está se preparando para o casamento?

3. O que você não acha atrativo numa garota?

4. Por que você acha que as garotas devem se vestir modestamente?

5. Porque é importante a relação de uma jovem com Deus?

Incentivo todo jovem cristão a ler o artigo (em inglês): A Single Guy's Thought
Use ferramentas de tradução caso não saiba ler em inglês.

sexta-feira, abril 05, 2013

Trair e ser traído, por uma jornalista do New York Times

Por T. Zambelli

Como eu gostaria de saber melhor a língua inglesa e ter mais tempo para traduzir artigos como este*, A Roomful of Yearning and Regret (Uma sala cheia de saudade e pesar[?]), de Wendy Plump, publicado no New York Times.

Neste artigo a autora revela ter tanto traído como ter sido traída em seu casamento. Abaixo, algumas frases que eu destaco:

Quando você desfraldar essas duas experiências à luz do sol para a comparação (de trair e sair traída respectivamente), e medir o seu valor e dor, o primeiro é apenas marginalmente melhor que o último. E ambos, francamente, são terríveis.

Depois dela falar de algumas questões que poderiam ser ditas numa sessão de terapia, como você traiu porque suas expectativas não foram supridas, ou o fogo acabou, ou você estava entediada com seu casamento, ou ainda seu amante lhe entende melhor, ela diz que esses sentimentos não legitimam o que você está fazendo.

Quando você perde uma função familiar por causa do trabalho, você supera. Quando você perde uma função familiar porque você estava em um quarto de hotel com seu amante, você se sente sem fôlego com miséria.

O sexo é ótimo. (...) Quando você tem um caso, você já sabe que vai ter um sexo apaixonado. (...) Mas o que você não sabe... Vai ser difícil, se não impossível estar em qualquer lugar com contentamento.

Meu marido viajava muito e eu aproveitei, encontrando-me no apartamento do meu amante muitas vezes. (...) Eu deveria ter focado na nossa nova casa, em nossos novos empregos, mas a minha incapacidade de resistir ao apelo do caso arruinou tudo isso. Não conseguia me concentrar em nossa vida juntos e, francamente, não ligava para isso.

Eu contei sobre o caso extraconjugal numa tarde, no horário da janta. Depois de 20 anos da confissão eu ainda posso me lembrar como o mundo inteiro se estreitou para nós dois ali sentados e como a verdade congelou entre nós.

Você se pegará falando "eu nunca quis" (...) Os dois podem superar isso, mas a inocÊncia da união será como um osso que uma vez quebrado e depois curado, quando chove ou o clima está frio, lateja novamente.

Então Wendu Plump começa a falar do outro lado da história, dos sentimentos desagradáveis que desarrolham quando descoberto a traição cometida pelo cônjuge. Leia o artigo dela. Sugiro outro ainda mais, que me incentivou a traduzir e postar esses trechos em Todah Elohim, por Ed Welch (veja em CCEF).

Que todos os filhos de Deus reconheçam a possibilidade de queda. Que eles temam a Deus e orem por misericórdia e graça.


* Grande parte da tradução aqui é uma cópia fidedigna do trabalho do Google Translator.

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Uma alternativa para educar seu filho ao invés que controlar todos os detalhes de sua vida

Por Julie Lowe

Como pais, muitas vezes lutamos com esta realidade: quanto mais velhos nossos filhos ficam, mais pesadas se tornam suas decisões. Nós também percebemos que existe uma grande quantidade de mal no mundo do qual queremos proteger nossos filhos. Diante destes fatos, os pais muitas vezes são tentados a controlar tudo minimamente, um esforço para evitar más decisões dos filhos. Os pais podem ter boas intenções, mas podem tornar-se arbitrários quando conduzido pelo medo. Como conselheiro, quero pais que se concentram em ajudar os seus filhos a crescer tomando boas decisões independentemente. Em última análise, queremos que as crianças tenham duas coisas que caminham lado a lado:
  • Sábio discernimento: a habilidade de saber se o que ocorre num dado momento é bom ou mau.
  • Bom caráter: desenvolvimento de convicções bíblicas e integridade para que boas decisões sejam feitas em alegria, mesmo quando os pais não estão presentes.
>> Continue a leitura em CCEF (em inglês)

sábado, dezembro 08, 2012

Pornografia na igreja e a desintegração das famílias

"A queda da igreja não será pela desculpa que há falta de educação, será de uma desintegração das famílias dentro da igreja"

-- Josh McDowell


Infelizmente, quando eu tentei entrar no site que o vídeo fala a respeito, ele estava fora do ar. Para quem quiser tentar: www.just1clickaway.org

Pelo Google eu vi que existe uma versão em português, mas que também estava fora do ar (dia 06/12/2012 às 09:22).

quinta-feira, outubro 11, 2012

Dicas para pais e mães com crianças no culto

Por Ivonete Silva Porto
Título original: Lugar de criança é no culto

O culto acabara de começar, mas Mariana, de três anos, estava inquieta. A mãe confusa não sabia o que fazer. Se “prendesse” a menina no colo, ela chorava; se a deixasse solta, ela corria por todo o ambiente. Sônia até pensava em não trazer mais Mariana para os cultos, já que, em sua opinião, ela não entendia nada e ainda atrapalhava as outras pessoas.

Situações como essas são muito comuns. Não sou mãe, ainda não passo por isso, mas tenho acompanhado as crianças na igreja e lidado com pais que, domingo após domingo, lidam com esse tipo de drama. Como agir em situações assim? A Escritura é nossa fonte de autoridade e, com base em seus princípios, eis algumas dicas que podem ajudá-lo a entender a importância da participação da criança no culto e nas atividades da igreja.

Primeiramente, entenda que a criança é parte do corpo de Cristo. Em algumas denominações ela é considerada até membro da igreja, ainda que não participe da ceia (membro não comungante). A Bíblia ordena que cerimônias próprias do povo de Deus sejam feitas diante das crianças, e sejam aproveitadas como instrumento de ensino (Êx 12.24-27). Então, de início, já está descartada essa possibilidade de não levá-la, mesmo que ela ainda não tenha compreensão total de algumas dessas verdades.

Há algumas medidas que podem ser tomadas antes, durante e depois do culto ou atividade na igreja.

Antes

Antes de sair, você pode se programar para conversar com seu filho, ou fazer isso enquanto se vestem. Mesmo que ele seja um bebezinho, você pode repetir frases como: “Vamos levar o bebê para a igreja, para adorar a Deus.”

Se ele já for maior, explique para ele que na igreja a gente agradece a Deus, junto com outras pessoas, por tudo que ele é e faz. Se ele já souber ler, você pode ler um texto falando sobre a importância da comunhão. Nessas fases já dá para explicar que não vai ser possível ficar levantando toda hora para ir ao banheiro ou beber água, que devemos fazer silêncio na hora em que o pastor estiver falando, etc.

Assim, a criança já vai preparada para o culto. É provável que, ao chegar na igreja, você tenha de repetir novamente algumas dessas orientações. Criar filhos é um trabalho de paciência e dedicação.

(Nota do editor do iPródigo: Outra boa maneira de preparar as crianças é a realização regular do culto em casa. Com o tempo, mesmos os mais novos percebem que estão participando de uma versão maior do culto familiar ao entrarem no salão da igreja e, se foram ensinados a comportarem-se, farão o mesmo no culto público)

Durante

Tente chegar à igreja um pouco mais cedo. Às vezes é difícil, mas o ideal é que você leve seu filho para beber água e ir no banheiro, antes do culto. Ao criar esse hábito saudável, seu filho pode reproduzí-lo por toda vida.

O ideal é que a criança participe do culto adulto em qualquer idade, e que no culto tenha cânticos e uma palavra voltada para ela. Mas, algumas igrejas optam por ter uma programação separada. Em qualquer uma das realidades, o fato é que em algum momento surgirá o grande desafio de permanecer com o seu filho no meio dos adultos.

Deixe-o sempre perto. Dependendo da idade, ele vai pedir para sentar com os coleguinhas. Evite. Sentado com você é mais fácil controlá-lo: pedir pra fazer silêncio, cuidar para que ele não corra, etc.

Se for pequenininho e chorar, enquanto o segura em seus braços, seja firme. Não o tire imediatamente do local. Muitas crianças, mesmo as mais fofinhas, usam o choro como manipulação. Sabem: “Se eu chorar, me tirarão daqui”. E quando você sai, faz exatamente o que ele queria.

Muitas vezes, as mães ficam embaraçadas, pois alguns irmãos começam a olhar esquisito. Entenda que o choro do seu filho também é pedagógico para esses irmãos, eles precisam aprender que a igreja é um corpo e que as crianças fazem parte dele. Precisamos de paciência, amor e compreensão para viver como corpo. Quando o choro de uma criança incomoda o nosso conforto é que precisamos demonstrar essas virtudes.

Não há problema em levar papéis, lápis ou um brinquedo silencioso, quando seu filho for pequeno. Conheço caso de crianças entre 4 e 5 anos, que mesmo brincando ou desenhando perto dos pais, perguntavam depois sobre coisas que o pastor havia falado na pregação. Pensamos que a criança não está prestando atenção, ou que não entende, porque ela não capta como um adulto a totalidade do culto, mas isso não significa que não absorva nada.

Se o seu filho já souber ler, é muito importante que ele participe do culto inteiro, junto com os adultos! Auxilie-o a achar os textos bíblicos e a prestar atenção nas letras dos cânticos e hinos.

Muitos pais dão ofertas para que os filhos depositem no gazofilácio no momento do ofertório. Isso é muito saudável. Você pode também conversar com seu filho sobre o significado dos atos do culto. Geralmente as crianças tem muitas dúvidas sobre a ceia, sobre o batismo. Explicar cada um desses itens, o ajudará a entender mais a necessidade de reverência e a importância da adoração.

Depois

Após o culto, ensine seu filho a cumprimentar as pessoas, a conversar. Muitos pais saem logo que termina a programação. Os momentos após o culto solene são de estreitamento de laços. Os adultos ficam conversando e geralmente as crianças ficam brincando. Esse é um dos poucos momentos livres que o seu filho tem para consolidar as amizades cristãs, com outras crianças da igreja.

Aqui é necessário equilíbrio. Fique, mas não fique tempo demais. O seu filho precisa aprender a amar a igreja, mas se ele passa muito tempo lá, a ponto de ficar irritadiço, querendo ir pra casa, não é legal. Esse é um conselho especial para pastores. Não deixem seus filhos com fome durante horas após o culto ou EBD, por causa de reuniões e outras tarefas, principalmente se forem muito pequenos, ou se não tiverem como ir pra casa a não ser com você.

Em casa, procure conversar com seu filho sobre o culto: “Como foi o culto, filho? Você lembra do que o pastor disse?”. Se ele já for maior você pode explorar bem esse momento perguntando: “Teve alguma palavra que o pastor falou que você não entendeu? Qual cântico que você mais gostou de cantar hoje?”. Penso que esse é o tipo de momento que pode permanecer na família para sempre, compartilhar do que Deus falou no culto, e de como podemos responder diante disso.

Por fim, evite falar mal do culto, ou da igreja na frente do seu filho. Ensine-o desde criança que vamos a igreja prestar, e não assistir, um culto. Deus deve ser o centro e não nossos gostos pessoais ou a maneira como nos sentimos.

Sei que essa não é uma tarefa fácil. Mas você precisa entender que, ao lhe dar um filho, Deus lhe deu uma vocação especial, de pai ou de mãe. O mesmo Deus que providenciou a salvação em Cristo Jesus, providenciará também todos os recursos necessários para criarmos nossos filhos a fim de glorificá-lo. E Ele providencia perdão também, quando somos omissos, preguiçosos ou impacientes na educação dos nossos pequenos.

Coloque diante dele suas dificuldades e seus pecados e agradeça por fazermos parte do corpo de Cristo e podermos cultuá-lo, independente da nossa idade.

Fonte: iPródigo