terça-feira, abril 16, 2013
Grupo afro-americano defende publicamente o matrimônio segundo a Bíblia
Peço, de antemão, perdão aos meus irmãos e irmãs que não compreenderão a conversa neste vídeo (em inglês). Detalhes em http://www.africanamericanclergycoalition.org/
segunda-feira, abril 15, 2013
Você é bom em preocupar-se?
Por Robert J. Tamasy
Uma das maravilhas do mercado é a variedade de talentos e habilidades. Alguns são líderes naturais, enquanto outros acham fácil seguir e dar suporte aos que lideram. Alguns são dotados para administrar, dirigir e delegar; outros são adeptos de lidar pessoalmente com a multiplicidade de detalhes. Alguns têm dom natural para vendas e marketing, capazes de vender gelo para ursos polares. Outros são oradores talentosos, enquanto outros se comunicam melhor através da escrita.
Mas existe uma habilidade que todos nós possuímos: capacidade de nos preocuparmos. Se formos dono de empresa ou tivermos responsabilidade executiva nos preocuparemos com questões que vão do planejamento ao suprimento. Preocupamo-nos com prazos, promoções, novos empregos, receber ou não aumento salarial.
Se nosso negócio depende de poucos clientes nos preocupamos em perdê-los. Preocupamo-nos em como arranjar novos clientes. Preocupam-nos que nossos competidores façam mudanças que possam nos impactar negativamente. Preocupamo-nos com clima organizacional, economia local, nacional e mundial; com custo de combustíveis; com mudanças tecnológicas e tendências de mercado.
Somos tão eficientes no quesito preocupação que o fazemos até quando não há absolutamente nada com que nos preocuparmos: ficamos preocupados em pensar que logo haverá alguma coisa para nos causar preocupação!
Uma das razões de nos preocuparmos é que isso faz que sintamos que estamos fazendo alguma coisa, mesmo quando não há nada que possamos fazer. Sentimo-nos bem por estarmos preocupados acerca de uma situação, mesmo que estejamos impotentes para fazer alguma coisa.
E o que a preocupação realiza? Pessoas experientes dizem que 90% das coisas com que nos preocupamos jamais acontecem. Assim, perdemos considerável energia emocional e mental para nada.
Incluindo-me entre aqueles que se preocupam com facilidade, acho confortador e encontro segurança ao lembrar-me do que a Bíblia diz sobre preocupação.
Orar em vez de se preocupar. Preocupação nos tira o sono, consome nossa energia e acaba com nossa paz interior. E se nossos cuidados fossem transferidos para Alguém, com confiança inabalável de que serão tratados de forma apropriada? “Não se preocupem com nada, mas em todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração agradecido. E a paz de Deus, que ninguém consegue entender, guardará o coração e a mente de vocês, pois vocês estão unidos com Cristo Jesus” (Filipenses 4.6-7).
Entregar a preocupação a Deus. Você já tentou levantar peso acima de suas forças e sentiu alívio quando alguém, mais forte, voluntariamente se ofereceu para ajudá-lo? É exatamente isso que Deus Se oferece para fazer! “Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois Ele cuida de vocês” (1Pedro 5.7).
Deixar nosso fardo com Deus. Alguém já lhe disse:“Não se preocupe. Tenho tudo sob controle”? É exatamente isso o que Deus está nos dizendo. Preocupamo-nos com coisas que estão fora do nosso controle ou que provavelmente jamais acontecerão. Deus nos diz: “Relaxe: vou cuidar disso. Livre-se dessa carga.” Mateus 11.28:“Venham a Mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e Eu lhes darei descanso”.
Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA. Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de Juan & Cristina Nieto. Recebido por e-mail.
domingo, abril 14, 2013
terça-feira, abril 09, 2013
SOMENTE pela graça somos salvos
Por Fernando Leite
Efésios 2.8 nos diz: Pois, vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus.
Nós somos salvos apenas porque é um presente de Deus, não é por nada que fazemos ou deixamos de fazer. Assim como naquela época muitos estavam dizendo que, além de aceitar a Cristo era necessário circuncidar-se, hoje há muitos que pregam que, além de aceitar a Cristo, é necessário deixar de fumar ou entregar o dízimo para ser salvo. Entenda que eu não estou defendendo o fumar, nem tampouco destruindo o conceito de dízimo. Entretanto, quero ressaltar que o que nos permite chegar até Deus é apenas a graça. Qualquer coisa que seja acrescentada a essa graça, bondade e amor, destrói o evangelho. A obra do Senhor é completa e não há nada que precise ou possa ser acrescentado.
Fonte: Sermão em Gálatas 1.1-5 (IBCU)
Paul Tripp: o pecado lhe faz se sentir livre
Sin makes you feel free when you're actually a slave. Grace calls you to be a slave in order to set you free.
(Tradução) O pecado faz você se sentir livre quando você de fato é escravo. A graça lhe chama para ser um escravo a fim de libertá-lo.
domingo, abril 07, 2013
sexta-feira, abril 05, 2013
Trair e ser traído, por uma jornalista do New York Times
Por T. Zambelli
Como eu gostaria de saber melhor a língua inglesa e ter mais tempo para traduzir artigos como este*, A Roomful of Yearning and Regret (Uma sala cheia de saudade e pesar[?]), de Wendy Plump, publicado no New York Times.
Neste artigo a autora revela ter tanto traído como ter sido traída em seu casamento. Abaixo, algumas frases que eu destaco:
Quando você desfraldar essas duas experiências à luz do sol para a comparação (de trair e sair traída respectivamente), e medir o seu valor e dor, o primeiro é apenas marginalmente melhor que o último. E ambos, francamente, são terríveis.
Depois dela falar de algumas questões que poderiam ser ditas numa sessão de terapia, como você traiu porque suas expectativas não foram supridas, ou o fogo acabou, ou você estava entediada com seu casamento, ou ainda seu amante lhe entende melhor, ela diz que esses sentimentos não legitimam o que você está fazendo.
Quando você perde uma função familiar por causa do trabalho, você supera. Quando você perde uma função familiar porque você estava em um quarto de hotel com seu amante, você se sente sem fôlego com miséria.
O sexo é ótimo. (...) Quando você tem um caso, você já sabe que vai ter um sexo apaixonado. (...) Mas o que você não sabe... Vai ser difícil, se não impossível estar em qualquer lugar com contentamento.
Meu marido viajava muito e eu aproveitei, encontrando-me no apartamento do meu amante muitas vezes. (...) Eu deveria ter focado na nossa nova casa, em nossos novos empregos, mas a minha incapacidade de resistir ao apelo do caso arruinou tudo isso. Não conseguia me concentrar em nossa vida juntos e, francamente, não ligava para isso.
Eu contei sobre o caso extraconjugal numa tarde, no horário da janta. Depois de 20 anos da confissão eu ainda posso me lembrar como o mundo inteiro se estreitou para nós dois ali sentados e como a verdade congelou entre nós.
Você se pegará falando "eu nunca quis" (...) Os dois podem superar isso, mas a inocÊncia da união será como um osso que uma vez quebrado e depois curado, quando chove ou o clima está frio, lateja novamente.
Então Wendu Plump começa a falar do outro lado da história, dos sentimentos desagradáveis que desarrolham quando descoberto a traição cometida pelo cônjuge. Leia o artigo dela. Sugiro outro ainda mais, que me incentivou a traduzir e postar esses trechos em Todah Elohim, por Ed Welch (veja em CCEF).
Que todos os filhos de Deus reconheçam a possibilidade de queda. Que eles temam a Deus e orem por misericórdia e graça.
* Grande parte da tradução aqui é uma cópia fidedigna do trabalho do Google Translator.
quarta-feira, abril 03, 2013
A renovação da águia ou a inovação sobre a águia?
Por T. Zambelli
Não sei exatamente quanto tempo isso faz, mas sei onde eu estava e porque eu lá estava. Era um curso de andragogia, na IBCU, há mais ou menos 10 anos. Foi lá que eu vi pela primeira vez uma apresentação sobre a renovação da águia. Abaixo o vídeo, que é mais interessante que os slides.
Qual sua opinião sobre este vídeo?
( ) Excelente!
( ) Muito bom
( ) Regular
( ) Péssimo!
( ) Outro
Se eu lhe dissesse para justificar sua escolha acima, qual seria sua resposta? Tome alguns segundos para pensar, por favor.
Tenho perguntado isso a algumas pessoas e unanimemente tenho escutado que este é um excelente vídeo. Aliás, note quantas vezes este vídeo já foi visto. Tente somar com aqueles em outras línguas. O número é imenso!
Eu já soube de alguns que escutaram sermões com a apresentação acima, tendo como texto base o Salmo 103.1-5, que diz:
Não sei exatamente quanto tempo isso faz, mas sei onde eu estava e porque eu lá estava. Era um curso de andragogia, na IBCU, há mais ou menos 10 anos. Foi lá que eu vi pela primeira vez uma apresentação sobre a renovação da águia. Abaixo o vídeo, que é mais interessante que os slides.
Qual sua opinião sobre este vídeo?
( ) Excelente!
( ) Muito bom
( ) Regular
( ) Péssimo!
( ) Outro
Se eu lhe dissesse para justificar sua escolha acima, qual seria sua resposta? Tome alguns segundos para pensar, por favor.
Tenho perguntado isso a algumas pessoas e unanimemente tenho escutado que este é um excelente vídeo. Aliás, note quantas vezes este vídeo já foi visto. Tente somar com aqueles em outras línguas. O número é imenso!
Eu já soube de alguns que escutaram sermões com a apresentação acima, tendo como texto base o Salmo 103.1-5, que diz:
1 Bendiga ao Senhor a minha alma! Bendiga ao Senhor todo o meu ser!
2 Bendiga ao Senhor a minha alma! Não esqueça de nenhuma de suas bênçãos!
3 É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças,
4 que resgata a sua vida da sepultura e o coroa de bondade e compaixão,
5 que enche de bens a sua existência, de modo que a sua juventude se renova como a águia.
(Grifo meu - NVI)
Sobre esta apresentação, escreveu um amigo ornitólogo, doutor (UNICAMP): "A história é toda uma fraude, do início ao fim, lamento." Não há nenhuma troca de bico, tampouco de penas. Não existe nenhum período para renovação da águia. Este mesmo amigo estava presente na mesma aula de andragogia que eu estava. Ele alertou o descuidado professor.
De fato, fui incentivado a escrever este post depois que recebi esta apresentação da águia mais uma vez. (Não me pergunte quantas vezes eu já recebi esta história!) Respondi à pessoa que me enviou que os dados eram uma farsa. A pessoa respondeu: "mesmo que não seja verdade, Deus usou esta apresentação para me lembrar do cuidado dEle por mim." Esta resposta me deixou tanto contente quanto triste. Contente porque algumas vezes acertamos a bola no cesto mesmo não sabendo a dinâmica eficaz do arremesso, ou mesmo a regra do jogo. É muito gostoso acertar um arremesso, especialmente os difíceis. Triste, porque era minha expectativa que o arremessador reconhecesse que seu certeiro arremesso foi na cesta errada, a que ele defendia. De fato, logo que eu recebi esta resposta, respondi: "Eu somente quis lhe dizer isso porque eu não queria que você divulgasse algo que não é verdade, mesmo que os princípios na história afetem a ti e a outros positivamente." Obviamente que nós podemos fazer isso usando a verdade!
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| Foto divulgada como se o fóssil fosse o gigante de Gn 6.4 |
Eu tenho muito cuidado ao repassar alguma notícia ou informação adiante. Sou usuário do Facebook e é frequente eu ver descuidados irmãos passando adiante imagens enganosas, como a do suposto fóssil do gigante de Gênesis 6.4. Já me enviaram uma foto que tinha a descrição de um massacre contra cristãos no oriente médio, sendo que, na verdade, a verdadeira história não tinha relaçãoa alguma com o fato daquelas pessoas serem ou não cristãs. Há poucas semanas eu recebi um email que dizia "Pr. Yousef Nadarkhani foi morto." No dia seguinte recebi outro email, de outra pessoa: "Pr. Yousef Nadarkhani está vivo, oremos por ele!"
Não é meu intuito neste post explicar o texto do Salmo 103.5, mas incentivar o leitor a buscar e divulgar a verdade. Deixe-me ir um pouco além e perguntar: e quando nossas fontes estão erradas? Veja que esta história da renovação da águia já foi contada, inclusive, por Agostinho (354 - 430):
By a natural device, therefore, in order in some measure to restore its youth, the eagle is said to dash and strike against a rock the upper lip of its beak, by the too great increase of which the opening for eating is closed: and by thus rubbing it against the rock, it breaketh off the weight of its old beak, which impeded its taking food. It cometh to its food, and everything is restored: it will be after its old age like a young eagle; the vigour of all its limbs returneth, the lustre of its plumage, the guidance of its wings, it flieth aloft as before, a sort of resurrection taketh place in it. For this is the object of the similitude... Fonte: Augustine of Hippo. (1888). Expositions on the Book of Psalms A. C. Coxe, Trans.). In P. Schaff (Ed.), A Select Library of the Nicene and Post-Nicene Fathers of the Christian Church, First Series, Volume VIII: Saint Augustin: Expositions on the Book of Psalms (P. Schaff, Ed.) (506). New York: Christian Literature Company.
Observe que a fonte de Agostinho não era correta: "(sobre) a águia é dito" [the eagle is said]. Quantos estudiosos bíblicos já devem ter lido esta comentário de Agostinho e repassado adiante como se a história da renovação da águia fosse verdadeira?
Enfim, não há homem ou mulher que não corre o risco de passar adiante informações equivocadas, seja qual for a área do conhecimento. Oro a Deus por sabedoria e discernimento. Oro a Deus para apresentar a verdade, com base na verdade, sempre.
segunda-feira, abril 01, 2013
Três expectativas para um líder cristão
Há algum tempo publiquei em Todah Elohim, por partes, o artigo Três Expectativas para um Líder Cristão em 1 e 2 Timóteo.
Eu agora o adiciono aqui no formato proporcionado por issuu.com. O material foi adicionado à página de recursos de Alicerce Bíblico.
Eu agora o adiciono aqui no formato proporcionado por issuu.com. O material foi adicionado à página de recursos de Alicerce Bíblico.
Qual tem maior valor, o comentarista ou o autor bíblico?
Por T. Zambelli

Há pouco tempo um bom amigo e irmão em Cristo, mestrando em Dallas Theological Seminary, escreveu
um artigo cuja interpretação é no mínimo bastante divergente do que grande parte dos crentes conhecem.
Eu republiquei o artigo em Pense Bíblia: Papa, Pedro e a Pedra. Seu artigo também está em outros sites, como no que Marcelo Berti, autor do artigo, mantém: Teologando. Mas foi no site NAPEC que ele encontrou o que quero compartilhar neste post.
Fazendo um extremo resumo do artigo de Marcelo, ele apresenta a passagem de Mateus 16.18 (E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la - NVI) e conclui que Pedro é a pedra que Jesus faz referência. Historicamente o protestantismo reagiu à conclusão católica romana e apontou para Cristo ou a declaração de Pedro como a pedra a que Jesus se refere. Marcelo diz: “Eu realmente acredito que a interpretação Católica é a interpretação correta do texto, embora entenda que a implicação Protestante seja correta." (Grifos meus.)
Espero eu já ter causado curiosidade suficiente para que você, leitor, possa tomar um tempo e conhecer o artigo. Repito o link aqui: http://goo.gl/mxqsF
De fato, meu ponto não é atacar nem defender a interpretação do Marcelo, mas compartilhar algo que tenho empiricamente notado e que reconheço correr o risco. Muitos crentes, quando diante de interpretações que desafiam a lógica de seus sistemas, bem como suas compreensões históricas, geralmente reagem equivocadamente à nova informação. Geralmente eles não proporcionam o devido tempo para processar os novos dados e examinar à luz das Escrituras se aquilo procede ao lado da verdade ou não. Não são como os de Bereia. As razões para agirem assim são as mais diversas, mas todas na mesma raíz, o pecado.
Marcelo encontrou alguém com as características de um estrategista sofista: superficial, relativista, cheio de perguntas de tom acusativo e sarcástico, nunca bem fundamentado. Um sofista não procura responder às questões, mas apontar à falta de consistência do argumento a quem ele advoga contra, mesmo que tenha que usurpar da verdade. Marcelo foi acusado de herege mesmo tendo, com tanta clareza, usado a Bíblia, a história e outros pensadores cristãos para apresentar seu ponto de vista. (Para entender exatamente o que digo, veja os comentários ao final do artigo do Marcelo em NAPEC.)
À semelhança desta história, conto outra. Um amigo pastor certa vez me perguntou sobre meu ponto de vista a respeito de divórcio e recasamento. Tenho uma convicção minoritária sobre este assunto. Respondi a ele o que eu penso biblicamente, no entanto, ele não achava aquilo possível. Semanas depois ele me encontrou e muito empolgado disse: "mudei de ideia sobre divórcio e recasamento e agora sou do seu time" - eu nunca havia pensado que éramos de times adversário. Logo, perguntei: "e como isso aconteceu?" Ele foi exposto aos mesmos argumentos que eu havia dito, no entanto, por uma outra pessoa, agora John Piper.
Como no artigo do Marcelo, a demonstração bíblica de que Pedro era a pedra não parecia ser suficiente. O que então é suficiente? Em minhas humildes e limitadas observações, parece-me que o crente brasileiro tem dado mais ouvido aos pregadores do que o texto que deve ser pregado. Eles têm dado mais credibilidade aos comentaristas bíblicos do que os escritores bíblicos (supervisionado pelo Único Autor). O peso de alguns nomes de estudiosos bíblicos tem sido mais valioso que a própria Palavra de Deus.
Para não ser entendido equivocadamente, deixo explícito: é importante e muito valioso observarmos e aprendermos com nossos piedosos e inteligentíssimos irmãos o que eles perceberam e aprenderam do texto bíblico. No entanto, isso não deve estar em primeiro lugar na busca pela verdade. Não devemos cegamente aceitar o cometário de um pastor, reverendo, missionário ou qualquer outro com título ou sem título sem averiguação da verdade com a Palavra de Deus. A verdade somente é verdade se for coerente com a Palavra de Deus, porque ela é a própria verdade (João 17).
Na prática é isso o que acontece: se Russell Shedd disse, então esta é a verdade; se John Piper disse, então esta é a verdade; se meu pastor disse, então esta é a verdade. Por favor, nunca desconsidere o que pessoas piedosas ensinam, mas nunca as considere infalíveis. Ouça e leia o que outros piedosos homens entenderam das Escrituras, mesmo que não seja o mesmo ponto de vista daqueles que você reconhece pelo zelo da Palavra de Deus.
Você já leu o artigo de Marcelo, Papa, Pedro e a Pedra? Fará diferença para você, se eu lhe disser que Allen Ross, Marvin Vincent e Herman Nicolas concordam com ele? E seu acrescentar Weber e Bloomberg? E seu eu lhe disser que tanto John Piper quanto John MacArthur interpretam o texto de Mt 16.18 sendo Pedro a pedra assim como Marcelo o faz?
Para mim, saber o ponto de vista de pensadores cristãos como estes é muito importante. Muitas vezes, quando eu estudo, acontece de minha interpretação ser diferente de alguns dos professores que eu mais prezo. Quando isso acontece, reavalio tudo o que eu pensei e procuro mais conteúdo sobre o tema. Neste processo eu oro a Deus para que orgulho não seja um problema para eu não aceitar a verdade de Deus.
quinta-feira, março 28, 2013
quarta-feira, março 27, 2013
Richard Baxter: sobre o orgulho
“O orgulho é um pecado profundamente enraizado e que se autopreserva, portanto, é mais difícil de matar e tirar pela raiz que os outros pecados. Ele impede a sua própria descoberta… Não permite que o pecador enxergue o seu pecado quando é reprovado; nem permite que ele o confesse se o enxergar, nem… de odiar a si mesmo e renunciá-lo… Até quando o pecador reconhece todas as evidências de orgulho nos outros, ele não os vê em si mesmo. Quando ele sente que está desprezando a repreensão, e sabe que isso é um sinal de orgulho nas outras pessoas, mesmo assim o pecador não o reconhece em si mesmo. Se você tentar curá-lo dessa ou de qualquer outra falha, você sentirá como se estivesse lidando com um marimbondo ou uma víbora; mesmo quando o pecador cospe o veneno do orgulho; esse veneno faz parte de sua natureza e, portanto, ele não sente que é prejudicial ou venenoso…"
-- BAXTER, Richard. The Christian Directory, Soli Dio Gloria, Ligonier, 1990, p.207.
-- BAXTER, Richard. The Christian Directory, Soli Dio Gloria, Ligonier, 1990, p.207.
sábado, março 23, 2013
John Stott: Seja quem for, não traga um evangelho diferente!
Por John Stott
Qualquer um que rejeite o evangelho apostólico, não importa quem seja, será igualmente rejeitado. Pode até vir na forma de "um anjo do céu"/ Neste caso, devemos preferir os apóstolos aos anjos. Não devemos ficar deslumbrados, como acontece muitas pessoas, com a personalidade, os dons ou a posição dos mestres na igreja. Eles podem dirigir-se a nós com grande dignidade, autoridade e erudição. Podem ser bispos ou arcebispos, professores universitários ou até mesmo o próprio papa. Mas, se nos trouxerem um evangelho diferente daquele que foi pregado pelos apóstolos e que se encontra registrado no Novo Testamento, devem ser rejeitados. Nós os julgamos pelo evangelho; não julgamos o evangelho por eles.
(Mensagem de Gálatas)
quinta-feira, março 21, 2013
Como posso saber qual o Deus verdadeiro?
De forma cômica, este breve vídeo mostra um pensamento muito comum na sociedade pós-moderna. Mas como perceberão a verdade se não há quem pregue? Ou, se não há quem prove as atitude em palavras que um dia conhecerem por revelação do próprio Deus? Ou...
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