segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Ginger Plowman: A Bíblia e a educação de filhos

I’ve heard many “experts” proclaim that the Bible has very little to say about raising children. Perhaps they have spent too much time earning their degrees and too little time learning the Scriptures.

(Tradução:) Eu já ouvi muitos "especialistas" proclamar que a Bíblia tem muito pouco a dizer sobre a educação de filhos. Talvez eles tenham passado muito tempo ganhando os seus diplomas e passado pouco tempo aprendendo das Escrituras.

Plowman, Ginger (2011-01-01). Don't Make Me Count to Three! (Kindle Locations 82-84). Shepherd Press. Kindle Edition.

sexta-feira, fevereiro 15, 2013

O verdadeiro amor

Por John MacArthur

"Tudo o que você precisa é de amor", assim cantavam os Beatles. Se eles tivessem cantado sobre o amor de Deus, a frase revelaria uma certa verdade. Mas aquilo que a cultura popular diz ser amor, não se trata, na verdade, de um amor autêntico, é antes uma verdadeira fraude. Longe de ser "tudo o que precisa", é algo que deve evitar a todo o custo.

O apóstolo Paulo fala-nos sobre esse tema em Efésios 5:1-3. Ele escreveu: "Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados. E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Mas a prostituição, e toda a impureza ou avareza, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos".

A simples ordem do verso 2 ("E andai em amor, como também Cristo vos amou") resume toda a obrigação moral do cristão. No fundo, o amor de Deus é o único princípio que define completamente o dever do cristão, e este tipo de amor é exatamente "tudo o que você precisa". Romanos 13:8 diz, "porque quem ama aos outros cumpriu a lei". Os mandamentos resumem-se a estas palavras: "Amarás o próximo como a ti mesmo, já que o amor é o cumprimento da lei." Gálatas 5:14 ecoa a mesma verdade: "Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo." Da mesma maneira Jesus ensinou que toda a lei e profetas dependem de dois princípios básicos sobre o amor – o primeiro e o segundo mandamentos (Mt. 22:38-40). Em outras palavras: "e, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição." (Cl 3:14).

Quando o apóstolo Paulo nos diz para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor, mais centrado nos outros que em si próprio, é Cristo, que se entregou para nos salvar dos nossos pecados. "Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." (João 15:13). E "amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros." (1 João 4:11).

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

O amor realmente tudo crê?

Por Ed Welch
O amor realmente tudo crê?

Esta é uma pergunta difícil: o ensino que o amor "tudo crê" (1Coríntios 13.7, NVI). O que isso significa exatamente? Sempre devemos acreditar no que os outros dizem? Deve os pais crerem em seus filhos, apesar de todas as evidências que eles estão mentindo? Não pode ser isso. Nós também somos chamados a sermos "prudentes como as serpentes" (Mt 10.16) e "testar tudo" (1 Ts. 5.21).

Então, o que vamos fazer com esse versículo?

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terça-feira, fevereiro 12, 2013

Antigos risos e sorrisos


Jesus me deu um novo coração capaz de não me orgulhar
 nos risos e sorrisos que outrora existiam.

-- T. Zambelli

sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Valores cristãos não podem salvar ninguém

Por Albert Mohler Jr.

Uma recente carta à colunista Carolyn Hax do Washington Post¹ parece ser sincera o suficiente: “Eu sou uma dona de casa com quatro filhos que tentou criar a família sob os mesmos fortes valores cristãos que cresci,” a mulher escreve. “Então fiquei chocada quando minha filha mais velha, ‘Emily,’ de repente anunciou que ela tinha ‘desistido de acreditar em Deus’ e decidiu anunciar publicamente que é uma ateísta.

A ideia de uma ateísta de 16 anos em casa seria o suficiente para alarmar qualquer pai cristão, e é certo que seja assim. O pensamento de que o conselho de uma colunista secular do Washington Post possa ser uma fonte de ajuda parece muito estranho, mas o desespero pode certamente levar pais a buscar ajuda em praticamente qualquer lugar.

Você geralmente recebe aquilo que você espera de uma colunista de aconselhamento desse tipo – conselho terapêutico baseado em uma cosmovisão secular e um forte comprometimento à autonomia pessoal. Carolyn Hax responde a essa mãe com uma admoestação para respeitar a integridade da declaração de descrença da filha dela: “Pais podem e devem ensinar suas crenças e valores, mas quando aquele que seria um futuro discípulo para de acreditar, isso não é uma ‘decisão’ ou ‘escolha’ em ‘rejeitar’ a igreja ou família ou tradição ou virtude ou o qualquer coisa que tenha pegado uma carona cultural com a fé”.

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Uma alternativa para educar seu filho ao invés que controlar todos os detalhes de sua vida

Por Julie Lowe

Como pais, muitas vezes lutamos com esta realidade: quanto mais velhos nossos filhos ficam, mais pesadas se tornam suas decisões. Nós também percebemos que existe uma grande quantidade de mal no mundo do qual queremos proteger nossos filhos. Diante destes fatos, os pais muitas vezes são tentados a controlar tudo minimamente, um esforço para evitar más decisões dos filhos. Os pais podem ter boas intenções, mas podem tornar-se arbitrários quando conduzido pelo medo. Como conselheiro, quero pais que se concentram em ajudar os seus filhos a crescer tomando boas decisões independentemente. Em última análise, queremos que as crianças tenham duas coisas que caminham lado a lado:
  • Sábio discernimento: a habilidade de saber se o que ocorre num dado momento é bom ou mau.
  • Bom caráter: desenvolvimento de convicções bíblicas e integridade para que boas decisões sejam feitas em alegria, mesmo quando os pais não estão presentes.
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